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PORTUGAL: Seleção Nacional prepara Mundial 2013

terça-feira, 23 de abril de 2013


O Seleccionador Nacional dos Seniores Masculinos, Flavio Gulinelli, anunciou hoje a lista de 23 jogadores pré-seleccionados, de onde sairá, até ao dia 30 de Abril, a lista final de 16 atletas que integrarão o estágio da turma das quinas com vista à sua participação na Poule C da Liga Mundial 2013.

Na Poule C da Fase Intercontinental da World League, Portugal defrontará as selecções do Canadá, Coreia do Sul, Finlândia, Holanda e Japão.

O estágio de preparação da Selecção Portuguesa realiza-se no Centro de Alto Rendimento de Anadia, distrito de Aveiro.

Lista de Jogadores Pré-convocados:
Alexandre Ferreira (Castellana Grotte, ITA)
André Lopes (Chaumont, FRA)
Filipe Pinto (SC Espinho)
José Gomes (GC Vilacondense)
Manuel Silva (AJF Bastardo)
Idner Martins (Hotvolleys Wieden, AUT)
Miguel Rodrigues (SL Benfica)
Nuno Pinheiro (Tours VB, FRA)
Tiago Violas (Wiegel, POL)
José Monteiro (SC Espinho)
João José (Friedrichshafen, ALE)
Marcel Gil (Brottrop, ALE)
Nuno Silva (SC Espinho)
Fabrício Silva (SL Benfica)
Rui Santos (Chênois, SUI)
Ubirajara Pereira (Castêlo da Maia GC)
Carlos Fidalgo (Vitória SC)
Marco Ferreira (Castallana Grotte, ITA)
Valdir Sequeira (Aich/Dob, AUT)
Ricardo Alvar (AA Espinho)
Ivo Casas (Castêlo da Maia GC)
João Coelho (SL Benfica)
João Magalhães (SL Benfica)


Em Guimarães, Portugal joga sempre às 19h00 

Guimarães, Cidade Europeia do Desporto 2013, será o quartel-general da Selecção Nacional de Seniores Masculinos durante a Fase Intercontinental da Liga Mundial 2013. 

O Pavilhão Multiusos de Guimarães vai acolher os jogos com o Japão (29 e 30 de Junho) e com a Coreia do Sul (6 e 7 de Julho), relativos à Poule C.
Todos os jogos serão disputados pelas 19h00. 

A Selecção Portuguesa, orientada por Flavio Gulinelli, começa a sua participação na 24.ª edição da Liga Mundial com três saídas: à Finlândia, no fim-de-semana de 31 de Maio e 1 de Junho, ao Canadá (7 e 8 de Junho) e à Holanda (22 e 23 de Junho), terminando a Fase Intercontinental em Guimarães, com as recepções ao Japão (29 e 30 de Junho) e à Coreia do Sul (6 e 7 de Julho).

Será, assim, o regresso ao Multiusos de Guimarães, que foi já palco de jogos da World League em três ocasiões: 2002, 2005 e 2012.
Em 2002, Portugal recebeu a Polónia, vencendo por 3-2 (21-25, 25-19, 28-30, 25-21 e 15-11) e perdendo por 2-3 (25-22, 25-23, 17-25, 22-25 e 15-17).
Em 2005, a Selecção Nacional registou um duplo triunfo frente à sua congénere japonesa: 3-0 (25-22, 27-25 e 25-22) e 3-1 (22-25, 25-19, 25-21 e 25-20), jogos que marcaram o início da melhor performance e melhor classificação de sempre na Liga Mundial, o 5.º lugar.
Em 2012, Portugal, com uma equipa jovem e em remodelação, não foi tão feliz, frente a potências como a Alemanha (0-3: 18-25, 15-25 e 21-25), Bulgária (0-3: 22-25, 23-25 e 22-25) e Argentina (1-3: 18-25, 25-18, 24-26 e 21-25). 

A edição deste ano da Liga Mundial será realizada em moldes diferentes: será disputada na Fase Intercontinental por 18 selecções repartidas por 3 Poules, sendo estas compostas por 6 equipas cada. 

Poule A: Brasil, Polónia, EUA, Bulgária, Argentina e França
Poule B: Rússia, Itália, Cuba, Sérvia, Alemanha e Irão
Poule C: Canadá, Coreia do Sul, Finlândia, Holanda, Japão e Portugal 

As Poules A e B foram determinadas utilizando o sistema de serpentina baseado no Ranking Mundial (actualizado em 13 de Agosto de 2012), enquanto a Poule C será formada pelos quatro melhores classificados do Ranking logo a seguir às 12 selecções das poules A e B e, ainda, por dois países escolhidos pela FIVB. 

A Fase Final será realizada em Mar del Plata, na Argentina, de 17 a 21 de Julho, e disputada por 8 selecções: o organizador, os três primeiros classificados da Poule A e da Poule B e, ainda, o 1.º classificado da Poule C. 

Árbitros portugueses no Brasil e na Bulgária 

A Selecção Nacional não estará sozinha nesta sua 10.ª participação na Liga Mundial, a prestigiada e espectacular competição organizada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB). 

Os árbitros portugueses Avelino Azevedo (AV Porto) e Hélio Ormonde (AV S. Miguel) vão orientar jogos da forte Poule A. 

Avelino Azevedo apitará os jogos entre o Brasil e os Estados Unidos, nos dias 13 e 14 de Julho, no Maracanazinho, no Rio de Janeiro.
Hélio Ormonde dirigirá os jogos entre a Bulgária e a Argentina, nos dias 22 e 23 de Junho, no Arena Armeec, em Sófia.

Fonte: FPV
maisvoleibol 2013

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PORTUGAL: Selecção Nacional de Seniores Masculinos na Liga Mundial 2013

quarta-feira, 20 de março de 2013


A Selecção Nacional de Seniores Masculinos vai disputar a Poule C da Liga Mundial 2013, ficando sem efeito a sua participação na Liga Europeia, como estava inicialmente previsto.

A Federação Internacional de Voleibol (FIVB) informou hoje a Federação Portuguesa de Voleibol (FPV) de que Portugal será o país que substituirá o Egipto na Poule C, formada por Canadá, Coreia do Sul, Finlândia, Holanda, Japão e, agora, Portugal.

A edição deste ano da Liga Mundial será realizada em moldes diferentes: será disputada na Fase Intercontinental por 18 selecções repartidas por 3 Poules, sendo estas compostas por 6 equipas cada.

A Selecção Nacional, orientada pelo italiano Flavio Gulinelli, jogará três vezes fora, na Finlândia (31 de Maio e 1 de Junho), no Canadá (7 e 8 de Junho) e na Holanda (22 e 23 de Junho), e duas vezes em casa, com o Japão (a 29 e 30 de Junho) e Coreia do Sul (6 e 7 de Julho).

A Fase Final será disputada em Mar del Plata, na Argentina, de 17 a 21 de Julho.

Poule A: Brasil, Polónia, EUA, Bulgária, Argentina e França
Poule B: Rússia, Itália, Cuba, Sérvia, Alemanha e Irão
Poule C: Canadá, Coreia do Sul, Finlândia, Holanda, Japão e Portugal

As Poules A e B foram determinadas utilizando o sistema de serpentina baseado no Ranking Mundial (actualizado em 13 de Agosto de 2012), enquanto a Poule C será formada pelos quatro melhores classificados do Ranking logo a seguir às 12 selecções das poules A e B e, ainda, por dois países escolhidos pela FIVB.

A Fase Final será disputada por 8 selecções: o organizador, os três primeiros classificados da Poule A e da Poule B e, ainda, o 1.º classificado da Poule C.


Fonte: FPV
maisvoleibol 2013


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Brasil: Derrota com a Polónia deixa Brasileiros fora da Liga Mundial

quinta-feira, 5 de julho de 2012

O sonho da seleção brasileira masculina de vôlei de conquistar o 10º título da Liga Mundial em 2012 acabou nesta quinta-feira (5). Em Sófia, na Bulgária, a equipe dirigida por Bernardinho sofreu a segunda derrota na fase final do torneio e foi eliminada no Grupo F ao perder para a Polônia por 3 sets a 2, com parciais de 23/25, 25/23, 23/25, 25/17 e 15/10.

O resultado deixou o Brasil com apenas um ponto no Grupo F, já que a equipe havia perdido para Cuba por 3 sets a 0 na quarta-feira. Assim, já classificadas para as semifinais da Liga Mundial, as seleções polonesa e cubana vão disputar a primeira colocação da chave na sexta.

A derrota desta quinta confirmou o recente retrospecto ruim do Brasil diante da Polônia. Na fase de classificação, as equipes disputaram o Grupo B, com amplo domínio dos poloneses, que conquistaram três vitórias e sofreram apenas uma derrota para a seleção brasileira.

Fora da Liga Mundial, o Brasil se concentra agora na reta de final de preparação para a Olimpíada de Londres. Em 2008, nos Jogos de Pequim, a equipe ficou com a medalha de prata ao perder para os Estados Unidos na final.

O jogo
A acachapante derrota para Cuba por 3 sets a 0 levou Bernardino a realizar algumas mudanças na equipe titular para o duelo com a Polônia, apostando na experiência de Giba e Rodrigão. Assim, o Brasil começou o jogo com Bruno, Leandro Vissotto, Lucão, Rodrigão, Murilo e Giba, além do líbero Serginho. Wallace, Ricardinho e Dante entraram durante o duelo.

O principal destaque da partida foi Kurek, que marcou 25 pontos para a Polônia, quatro a mais do que Bartman. Já Leandro Vissotto fez 16 pontos para o Brasil, um a mais do que Rodrigão e Lucão.

A Polônia começou melhor a partida desta quinta-feira e foi ao primeiro tempo técnico em vantagem de três pontos. O Brasil, porém, conseguiu equilibrar o duelo, assumiu a dianteira do placar (12/11) e venceu o primeiro set por 25/23, com o último ponto sendo marcado por Wallace.

Embalado pela vitória na primeira parcial, o Brasil liderou o placar durante quase todo o segundo set. Assim, foi aos dois tempos técnicos à frente - 8/6 e 16/14. A Polônia, porém, conseguiu equilibrar o duelo e venceu por 25/23.

A derrota não abalou o Brasil, que dominou o terceiro set, fez 8/4 na primeira parada técnica e ampliou para oito pontos (16/8) a sua vantagem na segunda. A Polônia esboçou uma reação, encostou no placar ao se aproveitar dos erros da equipe de Bernardinho, mas não evitou a vitória brasileira por 25/23.

Batida na terceira parcial, a Polônia reagiu no quarto set e liderou o placar desde o começo. Assim, fez 8/5 no começo e chegou a abrir 21/15. Com extrema facilidade, a equipe empatou o duelo em 2 sets a 2 com a vitória por 25/17.

A Polônia manteve o domínio da partida no tie-break e liderou o placar desde o início. Na virada de quadra, os poloneses venciam por 8/5 e acabaram triunfando por 15/10 para eliminar o Brasil na Liga Mundial e confirmar a condição de algoz da equipe de Bernardinho nesta edição do torneio.


Fonte: gazeta do Povo



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Brasil: Cuba aplica 3 a 0 e complica o Brasil

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A seleção brasileira masculina de vôlei se complicou ao cair diante de Cuba por 3 sets a 0, com parciais de 25/19, 26/24 e 25/22, nesta quarta-feira (4), na Arena Armeec, em Sofia, na Bulgária, em sua estreia na fase final da Liga Mundial.

Com a derrota, o Brasil precisará vencer a Polônia nesta quinta, a partir das 11h30 (horário de Brasília), para ter chances de ir às semifinais da competição. Os poloneses estrearão neste estágio do torneio justamente diante dos brasileiros, enquanto os cubanos pegarão a Polônia na sexta, no confronto que fechará o Grupo F.

Com o resultado expressivo diante dos brasileiros, Cuba já abriu a fase final na ponta da chave, com três pontos, enquanto o Grupo E da fase final ainda será aberto nesta quarta-feira com o duelo entre Bulgária e Alemanha. Os Estados Unidos, que pegarão os alemães nesta quinta, são a outra seleção desta chave.

E a missão brasileira de se manter com chances de classificação às semifinais da Liga Mundial será das mais complicadas nesta quinta, pois a Polônia venceu o time de Bernardinho em três dos quatro duelos entre as duas seleções nesta edição da competição.

Classificado como melhor segundo colocado dos grupos da primeira fase, o Brasil acabou não resistindo ao consistente jogo dos cubanos, que asseguraram com folga a liderança de sua chave no estádio inicial do torneio.

O JOGO - Cuba já começou a mostrar que a vida dos brasileiros não seria fácil nesta quarta ao abrir 8 a 5 já na primeira parada técnica. Em seguida, com um bloqueio, o time fez 10 a 6 e começou a deslanchar de vez no placar. Na segunda parada técnica o país já vencia por 16 a 11. Bernardinho chegou a pedir tempo novamente no 18 a 12, mas os cubanos administraram o placar e garantiram triunfo por 25 a 19.

No início do segundo set, Bernardinho mexeu no time ao colocar Wallace no lugar de Leandro Vissotto, mas o panorama seguiu o mesmo, com Cuba sempre com uma vantagem confortável no placar. Os brasileiros, porém, reagiram no final da parcial e chegaram a empatar em 24 a 24 após dois pontos de Wallace. Porém, o mesmo Wallace errou o saque na sequência e Cuba fez 26 a 24 em um bloqueio sobre Lucão.

Já no terceiro set, os brasileiros conseguiram equilibrar o duelo novamente e foram para a primeira parada técnica vencendo por 8 a 5 após ponto de Wallace. Em seguida, o time nacional abriu 11 a 7, mas Cuba reagiu rápido, empatou em 13 a 13 e passou a colocar pressão sobre o Brasil, que começou a sucumbir de vez após o rival fazer 22 a 20 e depois garantir o triunfo por 25 a 22.

No fim, Sidão acabou o duelo como maior pontuador do Brasil, com 13 acertos, enquanto Wallace fez 11. Pelo lado cubano, o garoto Leon foi o principal destaque da equipe e do jogo, com 15 pontos. Os brasileiros entraram em quadra com Bruno, Vissotto, Sidão, Lucão, Murilo e Dante, além do líbero Serginho. Depois entraram Wallace, Ricardinho, Thiago Alves e Rodrigão.


Fonte: Gazeta do Povo





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Portugal: Argentina vence,... Portugal consegue ponto de honra

domingo, 1 de julho de 2012

A Argentina venceu, hoje, Portugal por 3-2 (25/14, 17/25, 25/21, 19/25 e 15/9), num jogo que assinalou o primeiro e único ponto dos portugueses na Liga Mundial 2012. Dada a classificação final, a equipa das quinas terá de disputar um play-off de apuramento para a Liga Mundial 2013.
 
Terminada a participação na Fase Intercontinental da competição - a fase final disputa-se igualmente no Arena Armeec, em Sófia, na próxima semana -, a comitiva portuguesa regressa amanhã ao nosso país, cumprindo o seguinte itinerário:
2 Julho – Sófia / Frankfurt, 13h40 / 15h05 (voo LH 1427)
2 Julho – Frankfurt / Porto, 21h30 23h15 (voo LH 1427).
A Selecção Nacional retomará a sua preparação, com vista à participação na fase de qualificação para o Europeu 2013 (a disputar em Setembro do ano corrente) no dia 13 de Julho, com um 1.º grupo de trabalho, e no dia 22 de Julho, com um 2.º grupo de trabalho, estando a concentração agendada para a Póvoa de Varzim.

Em relação ao jogo Portugal-Argentina, o primeiro ponto da Selecção Nacional foi conseguido pelo capitão Flávio Cruz, quando a Argentina vencia já por 4-0. O bom começo dos sul-americanos (8-3) surpreendeu os portugueses, que tentaram reagir, com um serviço directo de Alexandre Ferreira (5-8).
Um bloco individual do distribuidor Nicolás Uriarte (11-6) reforçou ainda mais a confiança da equipa de Juan Manuel Barrial, adjunto de Javier Weber, que ficou na Argentina com o seis principal a preparar a participação da sua selecção nos Jogos Olímpicos.
Ivan Castellani fez, no ataque, o 16-9. Esta diferença prolongou-se (18-11, 21-14) e foi mesmo aumentada, primeiro com um serviço directo de Maximiliano Gaunas ( 23-14) e, depois, com um bloco individual de Uriarte, que fixou o resultado: 25/14.

No segundo tempo, a Argentina voltou a adiantar-se (2-0), mas Portugal, com três blocos consecutivos a Pablo Bengolea, o primeiro de Rui Santos e os outros dois de Alex Ferreira/Carlos Fidalgo, passou a liderar o marcador (5-4) até ao primeiro tempo técnico (8-7).
Depois, uma «curta» de Carlos Fidalgo e um ataque para fora de Quiroga deram a Portugal uma vantagem de três pontos (10-7). Rui Santos manteve a distância (13-10) e Alex Ferreira, com um bloco individual a Castellani, e Valdir Sequeira, com um ataque, aumentaram-na (15-10).
Alex fez o seu sexto ponto individual (17-12) e Flávio Cruz o seu quarto (20-14) e o caminho para a vitória ficou completamente desbravado com um serviço directo de Carlos Fidalgo (21-14).
A vitória no set surgiu aos 25/17.

O começo do terceiro parcial foi muito equilibrado (2-2, 5-5), mas a equipa das quinas logrou chegar em vantagem ao primeiro tempo técnico (8-7), através de um ataque de Flávio Cruz.
Aos 10-10, o árbitro sancionou Portugal com um cartão amarelo, o que deu o serviço e mais um ponto à Argentina (11-10), mas Carlos Fidalgo tratou de rectificar o resultado (11-11).
Um serviço falhado por Portugal e um ataque de Castellani desfizeram o equilíbrio e deram vantagem à equipa albi-celeste na sua segunda paragem obrigatória (16-14).
A partir daí, Portugal perdeu concentração e a equipa de Juan Manuel Barrial aproveitou para se afastar definitivamente (20-16, 23-18).
Portugal tentou recuperar (20-23), mas falhou dois serviços que selaram o triunfo argentino por 25/21.

O quarto set começou bem para os portugueses: o libero Ivo Casas fez o 2-0 e Flávio Cruz o 4-2.
A perder por 3-6, a Argentina reagiu (6-6, 8-7).
Um bloco individual de Gaunas deu aos sul-ameriicanos uma vantagem de dois pontos (13-11), prontamente anulada pelo distribuidor Tiago Violas, que ainda faria, com dois serviços directos, o 16-14...
Flávio Cruz assinou o 18-15 e a confiança dos argentinos ficou seriamente abalada, o que obrigou o seu treinador a pedir um desconto de tempo.
Um ataque para fora dos argentinos «deu» a Portugal o 20-16, mas o árbitro assim não o considerou... A situação pareceu dar novas forças aos pupilos de Flavio Gulinelli, que construíram logo uma vantagem de cinco pontos (22-17) e acabaram por triunfar no set por 25/19, somando, desde logo, o seu primeiro ponto na Liga Mundial 2012.

No quinto e último set, Flávio Cruz abriu as hostilidades (2-0), com um ataque e um bloco individual, mas os argentinos responderam à altura (2-2). Rui Santos deu novamente vantagem aos europeus (3-2).
O equilíbrio era notório (4-4, 7-7), mas seria a Argentina a chegar em vantagem ao primeiro tempo técnico (8-7).
A diferença de três pontos (10-7) para os argentinos, obrigou Gulinelli a utilizar dois descontos de tempo quase consecutivos, mas tal não não impediu que os sul-americanos alargassem a vantagem com dois erros do seu adversário (12-7). Para piorar ainda mais a situação dos portugueses, o seu libero, Ivo Casas, lesionou-se...
Daí ao triunfo no set e no jogo foi apenas um passo: 15/9.

Flavio Gulinelli (seleccionador de Portugal): "Queríamos fechar a nossa participação na Liga Mundial com um triunfo, mas acabámos por entrar muito nervosos e tornar tudo mais complicado. Estivemos melhor no segundo set e, devagar, regressámos ao nosso nível, mas infelizmente a vitória no quarto set deslumbrou-nos e acabámos por ceder na negra".

Valdir Sequeira (oposto de Portugal): "Entrámos no jogo denotando muito nervosismo e cometemos alguns. Reorganizámo-nos, com a ajuda do banco e passámos a jogar ao nível normal. Podíamos ter vencido o nosso primeiro jogo, mas acabámos por não ter a sorte do nosso lado".

Juan Manuel Barrial (treinador da Argentina): "Estamos satisfeitos com a prestação dos nossos jogadores, pois, com uma equipa de jovens, vencemos um jogo difícil frente a Portugal e lutámos pela vitória em cinco sets com a Bulgária".

Rodrigo Quiroga (capitão da Argentina): "Estamos muito contentes por termos vencido este jogo, principalmente porque foi uma vitória muito difícil de conquistar, frente a uma adversário que jogou muito bem e que conseguiu criar-nos muitas dificuldades".
 
 
Fonte: FPV
 
 
 
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Portugal: Alemanha voa para a fase final...

sábado, 30 de junho de 2012

A Alemanha assegurou hoje a presença na fase final da Liga Mundial - a disputar igualmente no Arena Armeec, em Sófia - ao vencer, por 3-0 (25/19, 25/18 e 25/20), Portugal com uma estratégia que torna ainda mais evidente a diferença entre as duas equipas. Os alemães criaram uma pequena, mas preciosa, vantagem de três/quatro pontos com serviços agressivos, que impediram um bom contra-ataque do adversário e, depois, geriram-na com disciplina táctica e paciência, baseados no seu bloco altíssimo, na força do seu ataque e nos erros do seu oponente.

No outro jogo da poule, a Bulgária venceu, por 3-2 (25/19, 21/25, 24/26, 25/11 e 15/12), a Argentina.

O último compromisso da equipa nacional na Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012 será disputado amanhã, frente à ARGENTINA, pelas 15h30 locais (13h30 em Portugal) e poderá ser seguido na Sport TV.

A Alemanha entrou muito bem no jogo, pressionando Portugal através de serviços agressivos, e colheu frutos dessa estratégia, já que os serviços do capitão Bjorn Andrae deram dois pontos directos e possibilitaram um bloco fácil de Christian Dunnes (4-1).
Portugal reagiu (3-4), mas notava-se que a equipa não estava à vontade, a jogar ao seu nível normal, e logo os serviços e os blocos dos germânicos alargaram a distância (8-3).
Dunnes conseguiu um serviço directo (10-3) e Flavio Gulinelli teve de gastar o segundo pedido de desconto de tempo no set.
Carlos Fidalgo (7-14) e Filipe Pinto (9-15) ainda tentaram aproximar Portugal, mas a Bulgária chegou ao segundo tempo técnico a vencer por 16-9.
Marcel fez um bloco a Gyorgy Grozer (11-17) e foi também com um bloco, mas desta vez triplo (Marco/Marcel/Flávio), que os portugueses tentaram nova aproximação (14-19).
Contudo, a equipa de Vital Heynen soube usufruir da vantagem, gerindo-a com confiança até à vitória no set por 25/19.

No segundo set, a ascendência dos germânicos manteve-se: criaram uma pequena vantagem (5-2) e mantiveram-na até ao primeiro tempo técnico (8-5), com um ataque ao segundo toque de Lukas Kampa.
Um ataque de Marco Ferreira reduziu a diferença (10-12)... e Grozer e Schwarz voltaram a dilatá-la (14-10). O oposto luso teimou (12-14, 13-15), mas Andrae fez o 16-13.
E foi mesmo o capitão alemão quem, com um serviço directo, impulsionou a sua equipa (20-15) rumo ao triunfo no parcial: 25/18, com um serviço directo de Grozer.

No terceiro set, dois pontos do central Bohme voltaram a criar a vantagem inicial dos germânicos (5-2). E, embora no primeiro tempo técnico a vantagem fosse apenas de um par de pontos (8-6), o certo é que a equipa de Vital Heynen nunca permitiu que Portugal se aproximasse com verdadeiro perigo.
Ao invés, foram sempre os alemães que esticaram a distância pontual (16-10), colocando a pressão sobre os ombros dos homens das quinas, não obstante a reacção destes (15-17, 17-19).
E foi com um ataque falhado pela Selecção Nacional que a Alemanha fixou o resultado final: 25/20.

Gyorgy Grozer, com 12 pontos, foi o melhor pontuador do jogo, enquanto entre os portugueses Marco Ferreira e Filipe Pinto, ambos com 9 pontos, foram os mais concretizadores.

Flavio Gulinelli (seleccionador de Portugal): "Parabéns à Alemanha, pois mostrou hoje, mais uma vez, que merece estar na fase final da Liga Mundial. O nosso adversários jogou de uma forma consistente e nós começámos o jogo sob grande pressão no nosso side-out, o que tornou tudo mais complicado.
Estou desapontado, pois os alemães deram-nos uma hipótese no terceiro set e não a soubemos aproveitar. A nível de mentalidade, ainda temos de evoluir muito".

Flávio Cruz (capitão de Portugal): "Parabéns à Alemanha, pela vitória no jogo e pela qualificação para a fase final da competição. Jogou bem, com um serviço muito agressivo que criou problemas ao nosso side-out. Devido a isso, estivemos sempre em desvantagem e não conseguimos superar essa situação".

Vital Heynen (seleccionador da Alemanha): "Estamos contentes, muito mais do que aparentamos. Há já algumas semanas que esperávamos conseguir qualificar-nos e hoje não demos hipótese a Portugal. Jogámos bem e os pontos foram repartidos por quase todos os jogadores".

Bjorn Andrae (capitão da Alemanha): "Estamos felizes e orgulhosos com a nossa equipa. A presença na fase final da Liga Mundial é merecida, pois crescemos muito nos últimos tempos. Pressionámos Portugal e foi por isso que eles cometeram hoje mais erros do que o habitual".
 
 
Fonte: FPV
 
 
 
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Brasil: Brasileiras vencem Cubanas e assumem 2º lugar

sexta-feira, 29 de junho de 2012

A seleção brasileira feminina de vôlei venceu Cuba por 3 sets a 0, com parciais de 25/17, 25/12 e 25/14, hoje, pela terceira rodada da fase final do Grand Prix, em Ningbo, China.

Com o triunfo, o time de José Roberto Guimarães assumiu a segunda colocação, com sete pontos -um a menos do que os Estados Unidos, que lideram a competição. As americanas conquistaram três vitórias na fase final diante do Brasil, Tailândia e Turquia.

Antes do triunfo sobre Cuba, as brasileiras tinham vencido a China.

O Brasil volta à quadra na madrugada deste sábado (2h, horário de Brasília), quando enfrenta a Tailândia.

A central Adenízia foi a maior pontuadora do confronto, com dez pontos (cinco de saque, quatro de ataque e um de bloqueio). A ponteira Fernanda Garay também teve uma boa atuação, com sete acertos.

No confronto contra as cubanas, o Brasil começou jogando com velocidade e abriu seis pontos (11/5). O adversário ainda reagiu e encostou no placar, mas as brasileiras tiveram tranquilidade e fecharam o primeiro set por por 25/17.

Na segunda parcial, Cuba voltou melhor. No entanto, o time de José Roberto Guimarães logo encontrou seu jogo e não teve dificuldades para vencer por 25/12. No terceiro set, as brasileiras mantiveram o domínio da partida e fecharam por 25/14.


Fonte: O Diário
 
 
 
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Portugal: Bulgária vence Portugal por 3-1

A Bulgária encontrou hoje em Portugal um osso duro de roer. A equipa das quinas venceu o primeiro set e ombreou quase sempre com o seu poderoso adversário, que triunfou perante o seu público por 3-1 (21/25, 25/18, 25/20 e 25/21). No bloco, uma das armas mais fortes dos búlgaros, Portugal conseguiu mesmo ser superior, mas alguns erros não forçados impediram-no de ir mais além...
O próximo jogo da equipa nacional será disputado amanhã, frente à Alemanha, pelas 17h30 locais (15h30 em Portugal) e poderá ser seguido na Sport TV.

No outro jogo da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a decorrer no Sofia Arena Armeec, a Alemanha derrotou, pela margem máxima (3-0: 25/16, 25/21 e 25/21) a Argentina, estando agora a um ponto apenas de se qualificar para a fase final, que se disputará na próxima semana, igualmente em Sófia.
O alemão Gyorgy Grozer e o argentino Ivan Castellani, respectivamente, com 20 e 13 pontos, foram os melhores pontuadores das suas equipas.

Boa entrada em jogo de Portugal. A poderosa Bulgária - tem agora todos os seus jogadores, excepção feita ao «desertor» Matey Kayziski - deve ter acreditado que teria o set controlado ao chegar aos 3-1 com relativa facilidade. Puro engano. A Selecção Nacional ajustou a sua recepção, impermeabilizou a defesa e chegou à igualdade (4-4), passando depois para a liderança no marcador através de um ataque de Alexandre Ferreira (8-7).
Após um período de igualdades constantes, Portugal somou dois pontos consecutivos, no ataque e bloco, respectivamente por Carlos Fidalgo e Valdir Sequeira (14-12) e seria o mesmo Fidalgo a selar o resultado do segundo tempo técnico (16-14).
Dois pontos consecutivos de Flávio Cruz, no ataque e no serviço, colocaram Portugal numa excelente situação para enfrentar a recta final do set (19-17). Melhor: os serviços de Flávio Cruz continuaram a flagelar a recepção búlgara (22-17) e obrigaram Nayden Naydenov a reunir com os seus jogadores.
Alex fez o 23-18. O capitão Vladimir Nikolov, o búlgaro mais inconformado, ainda reduziu, mas Portugal fechou o set com o merecido resultado de 25/21.

O segundo set continuou sob o signo do equilíbrio (5-5), mas a Bulgária, através de um serviço forte, bem complementado com um ataque efectuado a elevada altura, logrou chegar em vantagem ao primeiro tempo técnico (8-6).
Portugal não se deixou impressionar (8-8), mas a boa recepção da Bulgária permitia-lhe variar o ataque pelo centro (11-9) e entrada da rede (12-10).
Dois blocos consecutivos (a Flávio e a Valdir) afastaram os búlgaros (15-11) e um amorti de Valentin Bratoev fixou o resultado na segunda paragem obrigatória (16-12).
O mesmo jogador atacou para fora e obrigou o seu treinador a pedir um desconto de tempo (16-14), mas redimiu-se, pouco depois, com um bloco (18-14).
O momento mais negro para os portugueses ainda permitiu mais pontos aos búlgaros (21-14), que anunciaram o seu triunfo no set por 25/18.

No terceiro set, Portugal pressionou através dos serviços de Flávio Cruz e ganhou vantagem por intermédio de um ataque de Marco Ferreira (4-2), mas um serviço de Viktor Yosifov empatou a contenda.
O equilíbrio era evidente... e os serviços falhados também, pelo que, e pese embora a equipa da casa ter conseguido atingir com vantagem o primeiro tempo técnico (8-7), Portugal passou para a frente (10-9), com um bloco de Flávio Cruz a Nikolov.
Contudo, novos problemas na recepção e defesa fizeram os portugueses perder terreno (11-15). E seria o distribuidor Georgi Bratoev, com um ataque ao segundo toque, a fixar o resultado do segundo tempo técnico (16-12).
Um bloco de Rui Santos a Nikolov aproximou Portugal (15-17), mas os homens de Leste voltaram a impor a sua supremacia no ataque (19-15, 21-17).
A reacção dos portugueses valeu-lhes a recuperação (19-21, 20-22), mas o poderoso capitão búlgaro acabou com as esperanças lusitanas ao fazer, no ataque, o 25.º ponto (25/20) e o 14.º da sua conta pessoal.

Portugal entrou de rompante no quarto set (3-0), mas falhou dois ataques e perdeu a vantagem (3-3). Aos 4-5, os pontos dos búlgaros deviam-se a três ataques e a um serviço falhados pelos jogadores lusos...
Com Tiago Violas a servir, a equipa de Flavio Gulinelli recompôs-se e passou para a frente com dois pontos consecutivos de Alex Ferreira (8-7).
Porém, à passagem do segundo tempo técnico era já a Bulgária que liderava (16-12), fruto da sua maior eficácia.
Um bloco de Yosifov (19-15) motivou um pedido de tempo por parte de Gulinelli. E a verdade é que Portugal ganhou os pontos seguintes (17-19) através de um bloco triplo e de um bloco individual (Alex).
No entanto, e tal como em Guimarães, a Bulgária fez de Sokolov o seu herói e o colosso de Leste fez praticamente todos os últimos pontos da sua equipa: 25/21.

Flavio Gulinelli (seleccionador de Portugal): "Creio que fizemos uma boa exibição. Entrámos muito bem no jogo e tudo saiu como tínhamos planeado. Contudo, mantemo-nos reféns dos nossos erros, sobretudo na parte final dos jogos, apesar de, no meio-jogo, continuarmos a criar hipóteses de ganharmos o set e, eventualmente, um jogo".

Flávio Cruz (capitão de Portugal): "Tivemos um começo muito bom: jogámos muito concentrados e colocámos pressão na Bulgária, principalmente no fim do set, o que até agora não tínhamos conseguido, e triunfámos no primeiro parcial. Depois, erros não forçados fizeram a equipa baixar de rendimento e não conseguimos alcançar o resultado que queríamos. Desejo as maiores felicidades à Bulgária na fase final".

Nayden Naydenov, seleccionador da Bulgária: "Estou satisfeito com a forma como jogámos. Utilizei jogadores que não disputaram dois últimos torneios da Liga Mundial e sentimos problemas frente a uma equipa portuguesa que se bateu bem".

Vladimir Nikolov (capitão da Bulgária): "Parabéns a Portugal, pois jogou muito bem. Era muito importante vencermos este jogo e creio que mostrámos que estamos a evoluir como equipa".
Fonte: FPV
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Portugal: Seleção Nacional viaja na quarta-feira

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A Selecção Nacional de Seniores Masculinos viaja depois de amanhã para Sófia, capital da Bulgária, onde vai disputar o 4.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, agendado para os dias 29 e 30 de Junho e 1 de Julho.

Amanhã, o grupo de trabalho liderado por Flavio Gulinelli efectuará um treino [das 15h00 às 17h30] no Pavilhão Desportivo Municipal da Póvoa de Varzim.

A edição deste ano da Fase Intercontinental da prova apresenta um novo figurino: é disputada por 16 selecções repartidas por 4 poules, cada poule tem 4 torneios, a realizar 1 em cada país das selecções que integram a poule, no sistema de todos contra todos em fim-de-semana concentrado, o que resulta em três dias de competição, com dois jogos por dia.


Fase Intercontinental

Poule A: Rússia, Cuba, Sérvia e Japão

Poule B: Brasil, Polónia, Finlândia e Canadá

Poule C: Itália, Estados Unidos, França e Coreia

Poule D: Portugal, Argentina, Bulgária e Alemanha


A Fase Final será disputada, de 4 a 8 de Julho, na Bulgária por 6 selecções: o organizador, os 1.ºs classificados de cada poule e o melhor 2.º classificado das quatro poules.

No caso do organizador (Bulgária) ser o 1.º classificado na sua poule, apuram-se os 2 melhores 2.ºs classificados das quatro poules.


Fonte: FPV
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Portugal: Alemães mais competentes que Portugueses

domingo, 24 de junho de 2012

Uma Argentina igualmente jovem, mas mais fria e bem mais determinada nos momentos decisivos dos sets, venceu (3-1: 25/18, 18/25, 26/24 e 25/21) hoje uma Selecção Portuguesa que esteve perto de conseguir o seu primeiro triunfo, mas acabou por ser penalizada, no terceiro e quarto sets por erros ditados por nervosismo e falta de concentração e de maturidade.
A Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012 continua na próxima semana em Sófia, na Bulgária, no 4.º e último torneio da Poule D.

Com 15 pontos, Alexandre Ferreira foi o melhor pontuador, enquanto Cristian Poglajen, com 14 pontos, foi o argentino mais concretizador.

A Argentina entrou da melhor forma no jogo: determinada e com confiança, a equipa de Juan Manuel Barrial chegou rapidamente a uma vantagem (8-4), que reforçou (10-4) pouco depois.
Um serviço directo de Tiago Violas aproximou os portugueses (6-10), mas a eficácia dos sul-americanos contrastava com o nervosismo dos homens da casa e o resultado avolumou-se (13-6).
Apoiados por um público entusiástico, os portugueses procuraram reagir, mas atingiram o segundo tempo técnico com uma desvantagem substancial (10-16).
Maximiliano Gauna manteve a distância numa altura crucial (20-14). Um serviço para fora de Valdir Sequeira ditou a sorte do set: 25/18.

Portugal começou bem o segundo set (3-1) e, embora os argentinos tenham equiparado as forças, através de um serviço directo de Ivan Castellani (3-3), a equipa orientada por Flavio Gulinelli atingiu o primeiro tempo técnico com uma vantagem (8-5) que traduzia a sua boa exibição, devidamente recompensada com o aplauso do público.
Contudo, os argentinos recuperaram de 5-10 para 8-10 e Gulinelli foi obrigado a reunir com os seus jogadores. O diálogo surtiu efeito e Rui Santos assinou, com um bloco, o 13.º ponto da sua equipa (13-9)... e o mesmo Ruca fixou o resultado no segundo tempo técnico (16-11), com um serviço directo.
Dois blocos consecutivos de Marcel Gil (18-11) mostraram o caminho do triunfo: 25/18.

No terceiro set, o serviço agressivo de Ruca e o bloco de Marcel (4-1) obrigaram Barrial a pedir um desconto de tempo apara reorganizar o seu seis. Castellani, com um serviço directo, aproximou os argentinos (6-7), mas Flávio Cruz concluiu com êxito no ataque o 8.º ponto.
Dois blocos consecutivos (de Alex Ferreira e Marcel) e um ataque (Alex) deram uma vantagem de quatro pontos a Portugal (16-12). Mais dois blocos de Alex (18-12) tornaram tudo mais difícil para os argentinos, que, contudo, estavam longe de estar batidos. Com espírito combativo, os sul-americanos reagiram e venceram o set por 26/24.

Um bloco individual de Flávio Cruz a Castellani e um ataque falhado por Mariano Giustiniano marcaram o início do quarto set: 8-5 favorável a Portugal, que chegou a ter uma vantagem de cinco pontos (12-7).
Um momento de desconcentração de Portugal e um serviço directo de Poglajen permitiram que os argentinos se «colassem» aos portugueses (15-15). Depois, os argentinos mostraram-se mais frios e transformaram um resultado de 22-21 num 25/21 vitorioso. O último ponto coube a Gauna.

Nicolás Uriarte (Capitão da Argentina): "Foi muito importante ganharmos este jogo, depois de duas derrotas".

Valdir Sequeira (Oposto de Portugal): "Iniciámos o jogo com muita ansiedade. Depois, conseguimos acalmar e começar a jogar, mas faltou coesão e maturidade dentro de campo. Falta-nos crescer como equipa, para conseguirmos concluir o jogo com êxito a partir dos 20 pontos. Até aí estamos bem, depois falta-nos maturidade para vencer".

Juan Manuel Barrial (Treinador da Argentina): "Nos primeiros sets, conseguimos pressionar no serviço. No segundo, Portugal esteve bem no bloco e o nosso ataque não surtiu efeito. Nos terceiro e quarto sets voltámos a ganhar vida e merecermos este triunfo importante".

Flavio Gulinelli (Treinador de Portugal): "É difícil comentar este jogo. No primeiro set, jogámos com muita ansiedade e, depois, sentimos a pressão do serviço da Argentina. Reentrámos no jogo no terceiro set. A relação serviço/Bloco/defesa ainda apareceu, mas falhámos muito no side-out. Como disse já, um set só acaba aos 25 pontos e ainda precisamos de muito trabalho para resolver certas situações.
Os argentinos também são jovens, não foi por demasiada juventude que perdemos, mas sim por falta de maturidade, de «querer e ganhar»".


Fonte: FPV


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Portugal: Alemães mais próximos da Fase Final

A Alemanha venceu hoje, por 3-1 (25-20, 28/26, 22/25 e 25/22), a Bulgária e cimentou a liderança na Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, estando cada vez mais próxima da fase final, agendada para Sófia, onde também será disputado na próxima semana o 4.º e último torneio da Poule D.

Os búlgaros, embora não se apresentassem na sua máxima força, foram exemplarmente comandados por Sokolov e criaram dificuldades aos germânicos, obrigando Vital Heynen a fazer entrar, sobretudo nos momentos finais, os seus jogadores mais fortes e experientes.

Tsvetan Sokolov foi o melhor pontuador, com 33 pontos, enquanto Marcus Popp (16 pontos) se salientou entre os alemães.

Começou melhor a Bulgária (2-1), mas dois pontos consecutivos de Marcus Bohme deram a liderança no marcador à Alemanha (4-3), diferença prontamente debelada pelo capitão Tsvetan Sokolov. O equilíbrio manteve-se, atingindo-se o primeiro tempo técnico com a vantagem mínima da equipa de Nayden Naydenov, devido ao serviço falhado por Simon Tischer (8-7).
Dois pontos consecutivos de Teodor Todorov deram novamente a liderança à Bulgária (13-12), mas o equilíbrio continuava a imperar e foi a Alemanha a chegar em vantagem ao segundo tempo técnico (16-14). Tischer deu, pela primeira vez a uma das equipas, uma vantagem de três pontos (17-14), que os alemães tentaram gerir (20-17). A reacção búlgara não se fez esperar (19-20), mas ficou por aí, pois os germânicos logram o triunfo por 25/20.

No segundo set, o equilíbrio continuou a imperar (6-6), tendo os búlgaros atingido o primeiro tempo técnico em vantagem (8-7). Contudo, na segunda paragem obrigatória, eram os alemães que comandavam (16/14).
Esta competitividade continuou até ao último terço do set (21-21), depois de os búlgaros anularem uma desvantagem de três pontos. Grozer fez o 23-22, mas Sokolov blocou-o no seguinte (23-23), e Valentin Bratoev deu vantagem à sua equipa (24/23), mas o set só terminaria com o resultado de 28/26 , favorável à equipa de Vital Heynen.

No terceiro set, o ímpeto dos búlgaros surpreendeu os alemães (5-1, 8-2). Um serviço directo de Grozer amenizou a distância (10-7), mas Valentin Bratoev volta a dar a supremacia aos búlgaros (15/10), que atingiram o segundo tempo técnico com essa vantagem (16-11), através de um ponto de Kostadin Gadzhanov.
Sentindo o perigo, os germânicos reagiram (16-18), mas dois erros consecutivos (serviço e ataque) deitaram tudo a perder (16-20) e os búlgaros chegaram naturalidade ao triunfo: 25/22, com um ponto de Sokolov, o 25.º ponto da sua conta pessoal.

No quarto set, as alterações operadas por Heynen começaram a surtir efeito, sendo ainda evidente algum cansaço por parte de alguns jogadores búlgaros. Os germânicos ganharam vantagem (8-5, 11-7), embora a «máquina de fazer pontos» chamada Sokolov continuasse a teimar em comandar a resistência búlgara (10-11).
Kaliberda fez o 16-12, o que permitiu à sua equipa gerir a vantagem e terminar com o resultado de 25/22, apesar do esforço «sobre-humano» de Sokolov (20/21), autor de uns incríveis 33 pontos.

Tsvetsan Sokolov (Capitão da Bulgária): "De uma forma geral, jogámos muito bem neste torneio e conseguimos testar algumas soluções. Agora, o mais importante é o último torneio, que jogaremos em casa [Sófia]".

Jochen Schops (Capitão da Alemanha): "Estou muito satisfeito. Foi um torneio muito bem sucedido para nós, pois conseguimos três vitórias, que representam pontos muito importantes para atingirmos a fase final".

Nayden Naydenov (Treinador da Bulgária): "Foi um bom jogo, mas infelizmente perdemos. Estou muito satisfeito com a atitude da equipa, pois mostrou-se muito combativa e é uma equipa assim que queremos construir. A Alemanha é um adversário muito forte e os erros que cometemos em alturas crucias do jogo devem-se à inexperiência de alguns jogadores. Foi essa a razão porque não conseguimos vencer o jogo.".

Vital Heynen (Treinador da Alemanha): "Foi um jogo muito renhido e complicado, mas muito importante, pois até agora tínhamos perdido sempre com a Bulgária. Demos mais um passo para atingirmos a final. Ainda não fizemos história, mas estamos muito perto disso".
 
 
Fonte: FPV
 
 
 
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Portugal: Bulgaros derrotam Portugueses

sábado, 23 de junho de 2012

A Bulgária isolou-se hoje no 2.º lugar da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012 ao vencer (3-0:25/22, 25/23 e 25/22) Portugal. Como os números indicam, encontrou na jovem equipa portuguesa um osso duro de roer. Valeu-lhe, sobretudo, a consistência do bloco e os ataques eficazes do seu capitão Tsvetan Sokolov.

Autor de 19 pontos, Tsvetsan Sokolov foi mesmo o melhor pontuador do jogo, enquanto Alex Ferreira, com 14 pontos, foi o mais concretizador dos portugueses.

Bom começo de Portugal, sobretudo de Alex Ferreira, que aos 5-6 tinha já facturado quatro pontos. Contudo, a Bulgária não permitiu mais ponto nenhum até ao primeiro tempo técnico (8-5).
Dois serviços directos de Marco, irmão de Alex, deram a igualdade (8-8) a Portugal e deixou tudo em aberto.
Um bloco individual de Flávio Cruz a Sokolov (15-14) manteve intactas as esperanças dos portugueses, mas foram os búlgaros que chegaram em vantagem ao segundo tempo técnico (16-15). E continuavam em vantagem (23-20) numa altura crucial, pelo que Flavio Gulinelli reuniu com os seus jogadores e a diferença esbateu-se (22-23)... mas Georgi Bratoev e Kostadin Gadzhanov selaram a sorte do jogo: 25/22.

No segundo set, a história foi diferente. A Bulgária pressionou com o seu serviço e bloco e a recepção e ataques dos portugueses, até aí eficazes, começaram a ceder pontos (5-8, 5-10). Marco Ferreira voltou a rubricar um serviço directo e colocou Portugal novamente em jogo (8-11)... o mesmo acontecendo com o público.
Alex levou a melhor sobre Georgi Bradoev e a equipa anfitriã ficou a apenas um ponto (11-12). Dois pontos de Valdir Sequeira empataram a contenda (13-13) e, à chegada ao segundo tempo técnico, a equipa de Gulinelli vencia já por 16-15. Apoiada nos serviços de Sokolov, a Bulgária ganhou vantagem (18-16), Alex ainda igualou (19-19), mas o bloco e ataque búlgaros voltaram a fazer a diferença: 25/23.

O equilíbrio manteve-se no terceiro set (5-5), embora depois a Bulgária conseguisse algum ascendente (8-7, 12-9). Um serviço directo de Alex reaproximou Portugal (11-12) e um ataque de Tiago Violas igualou (14-14), mas voltou a ser a equipa de Naydenov a atingir em vantagem a segunda paragem obrigatória (16-15).
O equilíbrio manteve-se até aos (21-21 e 23-22), mas, depois, Sokolov e Todorov fizeram valer a sua experiência e asseguraram a vitória da Bulgária, tendo o último ponto sido obtido num ataque de Valdir que o árbitro considerou fora... e o público dentro: 25/22.

Tsvetsan Sokolov (Capitão da Bulgária): "Não jogámos bem, mas conseguimos vencer e isso é importante. Agora, podemos pensar no jogo de amanhã, que pode decidir a liderança".

Alexandre Ferreira (Zona 4 de Portugal): "Penso que demonstrámos, mais uma vez, a capacidade que temos de ir mais além.
Apesar de termos perdido outra vez, sentimos que estamos a evoluir. Hoje defrontámos uma equipa muito forte, que nos é superior em todos os aspectos, mas demos uma boa réplica e colocámos pressão no nosso adversário, embora ainda tenhamos alguns altos e baixos que não nos permitem vencer.
Estamos a trabalhar bem e creio que estamos no bom caminho para conseguirmos ter uma equipa mais forte".

Nayden Naydenov (Treinador da Bulgária): "Estou contente com a vitória, mas é óbvio que alguns dos meus atletas estão cansados e, por isso, cometemos muitos erros não forçados no serviço e no bloco. Mas conseguimos estar concentrados nos momentos decisivos e isso é muito importante para mim".

Flavio Gulinelli (Treinador de Portugal): "Ao contrário da Bulgária, estou contente com a minha equipa até aos 20 pontos. Daí para a frente, a Bulgária melhorou e nós piorámos.
Entrámos mais determinados do que ontem, conseguimos recuperar pontos no primeiro e segundo sets, mas infelizmente o set acaba aos 25 pontos e não aos 20..."

O 3.º Torneio da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a realizar de 22 a 24 de Junho, é disputado no Pavilhão Multiusos de Guimarães e tem transmissão televisiva em directo na Sport TV.


Fonte: FPV


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Portugal: Alemanha caminha para a Final

A Alemanha venceu hoje, por 3-0 (25/20, 25/19 e 25/18) a Argentina, no segundo dia de competição do 3.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a disputar no Multiusos de Guimarães e ficou mais próxima de se apurar para a fase final da prova.
Os alemães fizeram alinhar o seu seis mais experiente e não permitiram veleidades a um conjunto de jogadores muito combativos e com grande potencial, mas que ainda não têm a experiência dos seus compatriotas Conte, De Cecco ou Pereyra.

Os alemães entraram de rompante no jogo (3-1) e, depois da natural reacção dos argentinos (3-5), concretizaram cinco pontos consecutivos (8-5).
Embora Bohme e Gunthor dominassem, com a sua envergadura, na defesa alta e Gyorgy Grozer (16-15) somasse pontos atrás de pontos no ataque, os argentinos nunca perdiam de vista o seu adversário e passaram mesmo para a frente no marcador (17-16).
O equilíbrio manteve-se até aos 20-18, resultado fixado com o 7.º ponto de Grozer. Popp assinou o último ponto: 25/20.

O segundo set foi sensivelmente diferente. Os argentinos, pouco impressionados com a força do seu oponente, começaram a pressionar no serviço e ataque e foram recompensados com a liderança no marcador (8-5).
Os germânicos mostravam-se perdulários no ataque e os argentinos agradeciam as benesses (11-7), mas a equipa de Vital Heynen reorganizou-se e Grozer fez a igualdade (11-11) e, com dois serviços directos, deu a liderança à Alemanha (15-12), diferença que conseguiu gerir e mesmo avolumar ao longo do set: 25/19.

No terceiro set, a Alemanha aproveitou bem o serviço forte de Grozer para conquistar preciosos pontos (8-3), que foram tendo outra expressão ao longo do tempo (10-3, 12-4).
A reacção dos argentinos permitiu-lhes amealhar seis pontos consecutivos (12-14) e isso teve o condão de «acordar» a selecção germânica (16-13, 19-14).
Coube a Grozer fazer o ponto do triunfo da Alemanha (25/18) e o 19.º ponto da sua conta pessoal.

Gyorgy Grozer foi o melhor pontuador, com 19 pontos, enquanto Pablo Bengolea foi o melhor nesse capítulo entre os argentinos, com 11 pontos.

Vital Heynen: "Estamos cada vez mais perto da final"

Nicolás Uriarte (Capitão da Argentina): "Começámos bem o jogo, muito concentrados, mas depois o nosso adversário subiu de rendimento, enquanto o nosso ataque foi piorando".

Jochen Schops (Capitão da Alemanha): "Era muito importante para nós vencer este jogo. O resultado de 3-0 soa bem, mas não reflecte as dificuldades que tivemos, pois fomos obrigados a pressionar até ao fim".

Juan Manuel Barrial (Treinador da Argentina): "A Alemanha está em grande forma, tem boas soluções e jogaram melhor do que nós. Estiveram muito bem no serviço e nós fomos obrigados a jogar com muita paciência".

Vital Heynen (Treinador da Alemanha): "A Argentina provou, mais uma vez, que tem muitos e bons jogadores. Como disse o nosso capitão, fomos obrigados a jogar até ao fim e tínhamos os nossos jogadores principais.
Queremos estar na final e estamos cada vez mais perto".

O 3.º Torneio da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a realizar de 22 a 24 de Junho, é disputado no Pavilhão Multiusos de Guimarães e tem transmissão televisiva em directo na Sport TV.


Fonte: FPV


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Portugal: Alemães fortes demais em Guimarães

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Uma Alemanha poderosa e ciosa da sua liderança na Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, venceu hoje, por 3-0 (25/18, 25/15 e 25/21), a Selecção Nacional de seniores masculinos no Multiusos de Guimarães.
Um serviço muito agressivo, bem secundado por um bloco alto e eficaz e por ataques rápidos e assertivos poucas hipóteses de resposta deram a uma equipa portuguesa muito voluntariosa, mas ainda jovem e que ainda não consegue superar as adversidades em alturas cruciais do jogo.

A Alemanha entrou muito bem no jogo, pressionando no serviço e somando pontos quer no bloco quer no ataque (5-1). Apoiado pelo público, Portugal reagiu (3-5), mas o bloco germânico conseguiu anular os ataques dos portugueses, permitindo à equipa bávara usufruir de uma vantagem de quatro pontos à chegada ao primeiro tempo técnico (8-4).
Na segunda paragem obrigatória, a equipa de Vital Heynen vencia já por 16-10, mercê, sobretudo, da sua superioridade no jogo junto à rede.
Um bloco de Carlos Fidalgo a Jochen Schops ainda amenizou a distância (12-16), mas a ineficácia do serviço luso mantinha-se e as dificuldades sentidas para ultrapassar, no ataque, as altas torres alemãs também (14-22). Não estranhou, por isso, que a Alemanha fechasse o set a seu favor com um bloco de Marcus Bohme/Sebastian Schwarz: 25/18.

No segundo set, a Alemanha voltou a mostrar-se mais forte (6-2). Dois pontos no ataque, de Carlos Fidalgo e de Alexandre Ferreira, renovaram as esperanças dos portugueses (5-7), mas os alemães voltaram a afastar-se (11-7).
Três pontos consecutivos de Marco Ferreira, um no ataque e dois no serviço, equilibraram as forças (10-11), mas os serviços agressivos de Schops e a altura de Bohme (2,11 metros) deram novo alento aos alemães (16-12). Três erros tornaram tudo mais difícil para a equipa portuguesa (12-19).
E o ponto, obtido num ataque ao segundo toque, do distribuidor Simon Tischer (22-14) foi o canto dos cisne da resistência lusa, que cedeu o set por 15-25.

O terceiro set voltou a mostrar uma Alemanha confiante na sua força. A superioridade do seu serviço e bloco obrigavam a equipa portuguesa a procurar outras soluções, como um jogo de ataque mais rápido ou mais em jeito, mas isso revelava-se insuficiente para debelar a vantagem do seu opositor (4-8 e 10-16).
Kaliberda fez, no ataque, o 20-14 e tudo parecia indicar um triunfo fácil dos alemães. Portugal lutou contra esta situação (17-20), mas já nada podia abalar os germânicos. Max Gunthor fez o 23-17 e abriu caminho para um triunfo por 25/21.

Denys Kaliberda, com 13 pontos, foi o melhor pontuador, enquanto Alex Ferreira e Filipe Pinto, ambos com 9 pontos, foram os mais concretizadores entre os portugueses.

Jochen Schops (Capitão da Alemanha): "Estou muito contente com a vitória. Colocámos muita pressão na recepção de Portugal através do serviço e do nosso bloco e não demos praticamente nenhumas hipóteses do nosso adversário poder dar a volta à situação. Creio que foi essa a grande diferença entre as equipas no jogo de hoje".

Flávio Cruz (Capitão de Portugal): "A Alemanha apresentou um jogo muito consistente no serviço e no bloco. A nossa recepção apresentou bom nível, mas foi insuficiente para conseguirmos atacar com eficácia.
Entrámos um pouco ansiosos, mas depois a equipa foi-se soltando e, a espaços, melhorando de rendimento. É uma equipa jovem, que precisa de crescer e isso leva tempo".

Vital Heynen (Treinador da Alemanha): "Jogámos muito bem no bloco. Gosto de um jogo que possibilite uma boa relação bloco/defesa e foi isso que conseguimos. Por isso, sou um treinador satisfeito".

Flavio Gulinelli (Treinador de Portugal): "A pressão que sentimos hoje, ao jogarmos pela primeira vez em casa, fez-se sentir de forma diferente de quando jogámos na Alemanha e na Argentina. Além do valor da equipa que enfrentámos, foi essa a grande diferença. A Alemanha é a única selecção que apresentou a sua equipa completa, pelo que vamos ver se conseguimos fazer melhor nos jogos com a Bulgária e a Argentina".

O 3.º Torneio da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a realizar de 22 a 24 de Junho, é disputado no Pavilhão Multiusos de Guimarães e tem transmissão televisiva em directo na Sport TV.


Fonte: FPV


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Portugal: Bulgária entra a vencer na Poule D da Liga Mundial

A Bulgária venceu hoje, por 3-2 (22/25, 25/21, 26/24, 17/25 e 15/11) a Argentina, no jogo inaugural do 3.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a disputar no Multiusos de Guimarães.

O Bulgária-Argentina foi um jogo incaracterístico mas bem disputado, com os pratos da balança a penderem quer para um lado quer para o outro, consoante a pressão (e confiança) imprimida por cada equipa. O primeiro set foi algo equilibrado e terminou com a vitória dos argentinos, que sofreram uma dura lição no segundo. Os sul-americanos recompuseram-se, mas seriam os búlgaros, mais fortes no serviço e ataque, a triunfar no terceiro. Argentina superiorizou-se no quarto set e levou a decisão para a negra, onde a experiência de Sokolov foi decisiva.
Tsvetan Sokolov, com 29 pontos, e Ivan Castellani, com 21, foram os melhores pontuadores do jogo.

O primeiro set foi extremamente disputado, já que o poderoso ataque da Bulgária não conseguia abrir brechas quer no bloco quer na defesa baixa dos sul-americanos. Aliás, o resultado (8-5) com que se atingiu o primeiro tempo técnico foi conseguido com um bloco duplo de Mariano Giustiniano e Ivan Castellani, com este último a registar já três pontos na sua conta pessoal.
O ponto fraco dos argentinos era o serviço, mas a equipa de Juan Manuel Barrial compensava essa lacuna com a grande eficácia do seu jogo na rede e construía pequenas vantagens (12-9).
E foi com naturalidade que a Argentina chegou com uma vantagem de quatro pontos (16-12) à segunda paragem obrigatória, com um ponto no ataque de Giustiniano.
Vendo-se em perigo, a Bulgária reagiu: pressionou com serviços e ataques mais fortes e aproximou-se (16-17), conseguindo equilibrar o jogo (18-19).
A Argentina organizou-se e voltou a liderar com uma pequena vantagem (23-20) numa altura crucial do jogo, novamente por Giustiniano. O ponto da vitória por 25/22 surgiu das mãos de Castellani.

O segundo set foi bem diferente: a equipa de Nayden Naydenov chegou rapidamente aos 4-1 e obrigou Barrial a pedir desconto de tempo.
No entanto, a reunião do técnico argentino com os seus jogadores não valeu de nada, já que um bloco a Maximiliano Gauna deu aos búlgaros o 6-2, que atingiram o primeiro tempo técnico a vencer por 8-4 e logo trataram de aumentar a vantagem (13-4).
Barrial fez alterações no seu seis, mas os búlgaros, sob a batuta de Tsvetan Sokolov, estavam imparáveis (16-5, 20/7).
Perante a confiança da Bulgária, a Argentina mostrou-se cada vez mais intranquila, cometeu erros inabituais e o resultado avolumou-se (25-11).

No terceiro set, Todor Skrimov fez o seu 11.º ponto e parecia que a Bulgária iria continuar a dominar o jogo. Puro engano, já que os argentinos tinham reencontrado a alegria do seu jogo e, paulatinamente, foram conseguindo superiorizar-se (6-3, 8-5).
Castellani assinou o 11-7... e o seu 11.º ponto no jogo. Não tardou que Naydenov pedisse tempo para falar com os seus jogadores. E Castellani fez o seu 12.º ponto (14-9) e Cristian Polglajen o 16-10.
A reacção dos búlgaros (16-16), com um serviço directo de Skrimov, fez tremer a confiança Argentina, mas Castellani voltou a facturar no ataque e manteve os argentinos na liderança (17-16).
Novo serviço directo, desta vez de Sokolov, pôs a nu as dificuldades da recepção argentina e deu a almejada vantagem à Bulgária (19-18). A distância foi aumentada (22-19) com novo «ás» (Valentin Bratoev).
Os sul-americanos reagiram (23-23), mas o capitãp Sokolov impôs-se no ataque, fez o seu 18.º ponto, e fechou o set com o resultado de 26/24.

A Argentina começou melhor o quarto set (4-1, 8-5). Fez o 10-6, com dois pontos consecutivos de Castellani no ataque, obrigando a Bulgária a redefinir a sua estratégia... Skrimov aproximou (10-12) a Bulgária, mas Polglajen, com um serviço directo, voltou a afastar a Argentina (14-10), que passou do resultado de 15-13 para 19-13. Arroyo fez o 20-14 com autoridade, Castellani o 23-17 com um serviço directo e a Argentina triunfou por 25/17.

No quinto set, os serviços fortes de Arroyo deram vantagem à Argentina (3-1), mas os búlgaros anularam a distância (4-4), passaram para a frente (7-6), com uma ataque de Skrimov, e deixaram tudo em aberto quanto ao vencedor.
Novo ascendente dos argentinos (8-7 e 10-8), anulado por três pontos consecutivos - dois no ataque e um no bloco - de Sokolov (11-10).
Dificilmente poderia ser mais emotivo... Valentin Bratoev fez o 13-10, com um bloco, Skrimov o 14.º ponto com um serviço directo e Sokolov selou a vitória com um ataque: 15/11.

No final, a felicidade dos búlgaros era evidente e facilmente justificada.

Tsvetan Sokolov (Capitão da Bulgária): "Foi um triunfo muito importante para nós e por duas razões: a primeira é que já não me lembro da última vez que ganhámos aos argentinos; a segunda é porque houve momentos em que estivemos a perder e mostrámos uma grande atitude e superámos essas situações. Foi um jogo de bom nível e só podemos estar contentes".

Nicolás Uriarte (Capitão da Argentina): "Sabíamos que iríamos enfrentar um jogo muito duro. A Bulgária serviu muito bem e criou-nos dificuldades. os dois últimos lances decidiram um jogo que foi muito bem disputado".

Nayden Naydenov (Treinador da Bulgária): "Parabéns aos meus jogadores. Temos perdido com a Argentina e esta vitória significa muito para nós. Mostrou que estamos a crescer como equipa e que estamos a jogar a um nível já elevado".

Juan Manuel Barrial (Treinador da Argentina): "Parabéns à Bulgária. venceram um bom jogo. Naturalmente, não estamos contentes, mas jogámos bem e só perdemos no tie-break. Sentimos alguns problemas na recepção porque os búlgaros serviram muito bem, mas conseguimos uma boa exibição".

O 3.º Torneio da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a realizar de 22 a 24 de Junho, é disputado no Pavilhão Multiusos de Guimarães e tem transmissão televisiva em directo na Sport TV.


Fonte: FPV


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Portugal: Alemães vencem Lusos

sexta-feira, 15 de junho de 2012

A Alemanha venceu hoje, por 3-1 (25/17, 25/20, 23/25 e 25/19), Portugal no primeiro dia de competição do 2.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012, a decorrer em Buenos Aires, capital da Argentina.
No outro jogo, a Argentina derrotou (3-1: 25/22, 24/26, 25/21 e 25/17) a Bulgária.

Apesar de se mostrar mais forte no ataque e no bloco do que no 1.º Torneio, disputado há duas semanas na cidade alemã de Frankfurt, Portugal mostrou hoje falhas na recepção e debilidades na defesa, tendo falhado ainda vários serviços, fruto da agressividade aplicada na sua execução.
Um pormenor interessante, que "chegou com duas semanas de atraso, como salientou Flavio Gulinelli, o Seleccionador Nacional, Portugal venceu, e com todo o mérito - vacilando, mas não caindo, nos instantes finais... - o seu primeiro set na presente edição da Liga Mundial.

Portugal entrou mal no jogo, tendo permitido o distanciamento dos alemães (1-4), mas depois recuperou terreno, tendo atingido o primeiro tempo técnico com apenas menos dois pontos (6-8)resultado que se devia, sobretudo, aos quatro pontos conseguidos por Valdir Sequeira no ataque e... aos três serviços falhados até então.
Os germânicos voltaram a fazer pressão, quer sobre a recepção quer sobre a defesa alta do seis luso (10-7). Malgrado, os portugueses voltaram a aproximar-se (9-11) com a eficácia no seu ataque. Contudo, a defesa e a recepção não eram tão eficazes e Bjorn Andrae, com um serviço directo, aumentou a distância (15-9). Rui Santos, com um bloco, e Valdir, no ataque, encurtaram-na (12-15), mas a Alemanha logrou chegar à segunda paragem obrigatória com uma vantagem não robusta mas ainda assim substancial (16-12).
Pior: a distância aumentou ainda mais (20-13) com um serviço directo de Jochen Schops. Portugal respondeu com um ataque de Valdir (15-21), mas novo serviço falhado hipotecou a recuperação pontual.
Novo erro dos portugueses, desta vez na defesa, impulsionou (23-15) os alemães rumo à vitória no set por 25/17, conseguido com novo serviço desperdiçado por Portugal.

O início do segundo set foi muito mais equilibrado: Portugal tomou a dianteira no marcador (2-1), a Alemanha reagiu (4-2), mas o equilíbrio manteve-se até ao primeiro tempo técnico, com 8-7 favorável à equipa de Vital Heynen.
Valdir igualou (9-9) no ataque, com o seu 12.º ponto no jogo, mas um serviço, um ataque e um bloco falhados pelos portugueses voltaram a dar novo ânimo aos germânicos (12-9) e obrigaram Flavio Gulinelli a pedir um desconto de tempo para reunir com os seus jogadores.
Tal como no jogo do primeiro torneio, em Frankfurt, a Alemanha jogava sob a batuta do experiente Jochen Schops, que traduzia os seus ataques por pontos.
Portugal empertigou-se, ganhou ânimo e Alexandre Ferreira colocou a equipa a um mero ponto de distância do seu opositor (13-14), mas seriam os alemães a lograr chegar primeiro ao segundo tempo técnico (16-13).
Dois blocos reaproximaram Portugal (15-16), mas os alemães, sentindo o perigo, voltaram a afastar-se (18-15) e Gulinelli decidiu reunir as suas tropas...
A paragem surtiu efeito, já que um ataque do central Carlos Fidalgo, um serviço directo de Valdir e um ataque imparável de Alex Ferreira igualaram a contenda (19-19).
O 20-20 foi conseguido através de um amorti por Marco Ferreira, mas tudo terminou aí.
Schops fez o 21.º e o 22.º pontos. Um bloco reflectido para fora deu o 23.º ponto aos alemães (23-20). E um serviço directo de Christian Dunnes e um ataque de Schops fixaram o resultado final: 25/20.

Portugal entrou em força no terceiro parcial: um ataque de Tiago Violas e um serviço directo de Valdir colocaram a vantagem em quatro pontos (5-1) e obrigaram Heynes a reunir a sua equipa.
Debalde, já que Valdir voltou a carimbar um serviço directo e o treinador belga da Alemanha teve de chamar novamente os seus jogadores para novo tête-a-tête.
No entanto, Portugal não se impressionou e chegou ao primeiro tempo técnico a vencer por cinco pontos, com o 8.º ponto (8-3) a ser obtido por Alex no ataque.
Uma quebra de concentração permitiu a aproximação dos alemães (9-6). Gulinelli reuniu as suas hostes, reorganizou-as e a reacção germânica foi sustida (11-6).
Alex concluiu na rede um ponto arrancado a ferros por Ivo Casas, André Lopes e Valdir (12-6).
O capitão André Lopes fez o 15-10, contribuindo para aumentar o nervosismo entre os alemães. Valdir fez o 16-11... e Alex aumentou o fosso pontual (18-12).
Rui Santos rubricou o 23-19, mas os alemães não abriram mão da vitória com facilidade (23-21).
Ruca voltou a facturar no ataque (24-21), mas um bloco de Lukas Kampa aumentou as esperanças dos germânicos (24-23), prontamente dissipadas por Alex no ataque: 25/23.

No quarto set, a torre germânica Max Gunthor (2,07 metros) desequilibrou as acções na rede a favor da Alemanha, que chegou ao primeiro tempo técnico com uma vantagem (8-4) demasiado folgada, tendo em conta o que se tinha passado no set anterior...
Um serviço directo de Kampa e um bloco de Schops reforçaram a vantagem (11-5), obrigando o seleccionador de Portugal a pedir um desconto de tempo.
A recepção deficiente, que não permitia que Violas municiasse nas melhores condições o ataque, a defesa e mesmo o ataque, que apresentava agora novas debilidades, não permitiam que Portugal perseguisse mais de perto o seu opositor (9-16, 10-18).
No ataque, Alex era o mais inconformado, mas foi Carlos Fidalgo que assinou o ponto mais aplaudido da noite (12-18), ao desviar a bola do bloco adversário... de costas para a rede.
Ruca, com um ataque de mão fechada fez o 14-21, mas a sentença do set estava já assinada (16-24) e, apesar da meritória reacção dos portugueses, a Alemanha selou o triunfo com o resultado de 25/19.

Valdir Sequeira e o alemão Jochen Schops, ambos com 22 pontos, foram os melhores pontuadores do jogo.

André Lopes, Capitão de Portugal: "A equipa é muito jovem e ainda não tem experiência necessária para jogar a este nível. Continuamos a evoluir, mas
ainda cometemos muitos erros infantis.
Vamos tentar rectificar essa situação e procurar jogar melhor amanhã, frente à Bulgária".

Flavio Gulinelli: "Estou desapontado. Não pelo resultado, mas porque a equipa ainda é muito irregular, com muitos altos e baixos, embora isso seja normal numa equipa jovem.
Hoje, atingimos o nosso primeiro objectivo na Liga mundial, que era vencer um set... concretizámos esse objectivo com duas semanas de atraso e agora queremos vencer um jogo".

Amanhã, pelas 18h00 locais (22h00 em Portugal), a Selecção Nacional defronta a Bulgária no Polideportivo Almirante Brown, em Buenos Aires, num jogo que poderá ser seguido em directo na Sport TV.
A equipa de arbitragem do 2.º Torneio da Poule D é composta por Rogério Espicalski (Brasil), Dariusz Jasinski (Polónia), Vélez Mercado (porto Rico) e Aziz Yener (Turquia).


Fonte: FPV
 
 
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Portugal: Argentina vence Selecção Nacional Portuguesa

domingo, 27 de maio de 2012

A Argentina venceu hoje a Selecção Nacional de Seniores Masculinos, por 3-0 (28/26, 25/20 e 25/21), na 3.ª jornada do 1.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012.
 
Após um primeiro set em que a vitória esteve à vista, a Selecção Portuguesa acabou por estar menos bem nos parciais seguintes.
Contudo, a equipa de Flavio Gulinelli continua a sua fase de aprendizagem, aprendendo com os seus próprios erros, pequenas areias na engrenagem - falhas no serviço, recepção e bloco, sobretudo - que não permitem o bom funcionamento da equipa. Se assim não fosse, o resultado de hoje poderia ter sido bem diferente...

Ao contrário do que tinha acontecido no jogo com a Bulgária, os portugueses entraram nervosos no primeiro set e ofereceram pontos ao adversários ao cometerem erros infantis, que possibilitaram à Argentina atingir com uma vantagem de três pontos o primeiro tempo técnico (8-5).
A paragem fez bem ao estado de espírito dos portugueses, que se acalmaram, assentaram o seu jogo e igualaram o marcador (8-8), passando a actuar com mais confiança.
Marco Ferreira, com um ataque ao primeiro toque deu a melhor sequência ao excelente serviço do seu irmão Alexandre (10-9). Aliás, os serviços fortes e direccionados do número 6 português continuaram a semear a confusão na recepção dos argentinos e disso se aproveitou a equipa de Flavio Gulinelli para galgar terreno no marcador: 14-9, com um serviço directo de Alex.
De Cecco respondeu à altura, fazendo o 11-14 com um «ás», mas Filipe Pinto repôs a diferença (15-11) com o seu terceiro ponto no ataque.
Essa vantagem prolongou-se (16-12, 18-15) até aos 19-15, altura em que a equipa de Javier Weber recuperou quatro pontos e igualou (19-19).
O equilíbrio manteve-se até final (23-23, 26-26), tendo o triunfo pendido para o lado dos sul-americanos: 28/26.

No segundo parcial, Portugal criou uma ligeira vantagem (3-1, 4-2), mas, inexplicavelmente, voltou a mostrar-se intranquilo e cometeu alguns erros no serviço e ataque que impulsionaram o volte-face no marcador (4-8). Essa diferença tornar-se-ia ainda mais robusta com o desenrolar do set (6-11, 8-15).
Assim, a Argentina chegou ao segundo tempo técnico a vencer por seis pontos (16-10), com Facundo Conte a assinar o seu 10.º ponto.
A eficácia de Rui Santos no ataque, um serviço directo de Filipe Pinto e um ataque de Valdir Sequeira amenizaram a desvantagem (14-17) e renovaram as esperanças dos portugueses. Carlos Fidalgo ainda fez o 16-19, mas alguns erros na recepção e na defesa alta voltaram a permitir que a Argentina se afastasse (22-17, 23-18) e selasse o set com o resultado de 25/20.

No terceiro set, a Argentina pressionou logo desde início e passou a poder usufruir de uma vantagem (3-0) pequena mas crucial no desenrolar do parcial (10-5, 14-9).
Contudo, os argentinos ainda viram Portugal crescer e aproximar-se perigosamente (14-15), com um ataque imparável de Alex...
Um bloco de Carlos Fidalgo, reflectido poucos centímetros para fora das linhas de jogo, ditou o 16-14 favorável aos argentinos.
O 13.º ponto de Filipe Pinto equilibrou (17-17) a contenda, mas Castellani repôs a diferença (19-18) e Facundo Conte e Quiroga aumentaram-na (23-18), permitindo o triunfo da selecção albi-celeste por 25/21.

Filipe Pinto foi, a par do «herói» argentino Facundo Conte, o melhor pontuador do jogo, com 15 pontos.
O Zona 4 lusitano, desvalorizou a exibição individual em prol do trabalho colectivo:
"Se tivéssemos conseguido jogar um pouco mais soltos, o resultado poderia ter sido outro. Mas faz tudo parte do nosso crescimento como equipa. Estamos a evoluir colectivamente e isso poderá notar-se ainda mais numa fase adiantada da prova, quando tivermos já mais tempo de treino.
Pessoalmente, correu-me bem o jogo, mas isso foi fruto da postura da nossa equipa, que entrou bem no primeiro set, tentou jogar sem pressão e lutou muito até ao fim.
Ainda existem alguns detalhes e alguma inexperiência que, para já, não nos permitem ir mais longe em termos de resultados, mas com o desenvolvimento do nosso trabalho acredito que vamos conseguir surpreender".

Tiago Violas, Sub-capitão de Portugal, destacou:
"Jogámos um pouco melhor do que nos outros jogos e isso era o nosso principal objectivo; o outro era vencermos um set, mas infelizmente não conseguimos concretizá-lo.
Vamos continuar a trabalhar, pois sentimos que estamos a melhorar e a ganhar mais experiência, que é um factor muito importante neste tipo de competições".

A Selecção Nacional regressa hoje (voo LH 1180: 21h30 / 23h15) a Portugal.

O 2.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial disputa-se de 15 a 17 de Junho, em Buenos Aires, na Argentina.
Até lá, a equipa lusa continuará a treinar no Pavilhão Desportivo Municipal da Póvoa de Varzim.


Fonte: FPV
 
 
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Portugal: Lusos perdem com Bulgária

sábado, 26 de maio de 2012

A Selecção Nacional voltou a dar hoje uma boa imagem daquilo que vale e, mais importante ainda, daquilo que pode valer, com mais tempo de treino e, sobretudo, de jogo, que o mesmo quer dizer, experiência.
Embora os resultados positivos ainda não tenham surgido, Portugal apresenta momentos em que consegue ombrear com selecções como a Alemanha ou a Bulgária, esta última uma potência mundial na modalidade. A inexperiência dos jovens portugueses é a mãe da maioria dos erros cometidos e de algumas séries de pontos consecutivos sofridos sob pressão, como no terceiro set, que inviabilizam o aparecimento de situações vantajosas que possam conduzir à vitória nos sets.

Para a história ficará, porém, o triunfo, por 3-0 (25/22, 25/16 e 25/12) de uma Bulgária desejosa de limpar a má imagem deixada no jogo com a Argentina, com a qual perdeu pela margem máxima, na 2.ª jornada do 1.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012.

Fiel aos seus princípios, Flavio Gulinelli arriscou, e novamente nos jovens, tendo apresentado uma equipa-base algo diferente do jogo da véspera. A aposta revelou-se acertada pois Portugal entrou muito bem no primeiro set, sem revelar qualquer temor por estar a defrontar uma das melhores equipas do mundo. Isso notou-se em Alexandre Ferreira e, de uma forma particular, em Filipe Pinto, que na sua estreia a titular na Liga Mundial ultrapassou por diversas vezes o alto bloco búlgaro.
Foi mesmo o zona 4 a fazer o ponto com que se atingiu o primeiro tempo técnico, através de um ataque da segunda linha (8-6), vantagem que Alexandre Ferreira aumentou de seguida com um serviço directo.
Tudo parecia bem encaminhado para Portugal, mas a Bulgária mostrou que não é uma equipa qualquer e o seu ataque começou a abrir brechas no bloco e defesa baixa dos lusitanos.
E a verdade é que a Selecção Nacional acusou o golpe, pois deixou o seu adversário igualar (9-9) e, depois, afastar-se no marcador (16-12), começando a experimentar extrema dificuldade em ultrapassar a defesa alta dos búlgaros.
A perder por 12-18, Portugal reagiu e Valdir Sequeira, o artilheiro luso de serviço, fez o 17-22 com um amorti que desorientou por completo a defesa dos búlgaros, que logo de seguida cederam o 18.º e o 19.º ponto (19-22).
A reacção dos portugueses foi travada, em força, por Tsvetan Sokolov (2,06 metros de altura). Contudo, Valdir rubricou, no ataque, o 21-24 e Rui Santos o 22-24, com um serviço directo milimétrico...
Os búlgaros tremeram e teve de ser o seu herói, Matey Kaziyski a fechar o set com o triunfo búlgaro por 25/22.

No segundo set, Portugal evidenciou a vontade de continuar a bater-se de igual para igual com a Bulgária. Após algumas situações de igualdade, Valdir fez o 6-5, no ataque, Carlos Fidalgo imitou-o (7-5) e o mesmo Fidalgo, desta vez a meias com Alex Ferreira e no bloco, fez com que Portugal entrasse no primeiro tempo técnico a vencer por três pontos (8-5).
Muito apoiado pelo numeroso público afecto, foi novamente Kaziyski a puxar dos galões e a estimular a reacção dos búlgaros, que igualaram (8-8) e passaram a liderar o marcador (11-9, 13-10, 15-12) até à segunda paragem obrigatória (16-12).
Portugal reagiu e Carlos Fidalgo fez o 14-16, deixando novamente tudo em aberto. Consciente do perigo latente nesta reacção, Kaziyski fechou a favor da equipa de Radostin Stoychev o 18.º ponto (18-15), para depois Sokolov fazer o 20-16. Aleksiev Todor aumentou a vantagem e dois erros no ataque de Portugal permitiram que a Bulgária ficasse a um mero ponto de fechar a vitória. E foi o que aconteceu num bloco de Konstadin Gadzhanov: 25/16.

No terceiro set, Portugal voltou a equilibrar as forças, mas continuou a pecar por deixar acontecer séries consecutivas de pontos, que permitiram, por exemplo, ao seu adversário passar de 5-4 para 9-6 e daí para uma vantagem de cinco pontos (11-6).
Apoiando-se nessa diferença pontual substancial, no seu excelente bloco e num serviço muito forte e direccionado, a Bulgária continuou a arriscar, quer no serviço, quer no ataque, tendo atingido o segundo tempo técnico a vencer por 16-8, números pesados e que não agoiravam nada de bom para a equipa portuguesa.
Não estranhou, por isso, que os búlgaros criassem nova série de pontos consecutivos (de 13-8 para 18-8) e com isso selassem a sorte do jogo: 25/12.

Valdir Sequeira foi o segundo melhor pontuador do jogo, com 14 pontos, só tendo sido superado nesse capítulo por Tsvetan Sokolov, autor de 20 pontos.

"Foi um bom jogo, tendo em conta que a equipa mudou radicalmente e que é agora composta por jogadores muito novos.
Neste jogo foi evidente que temos de crescer ainda mais como equipa, pois alternamos momentos muito bons com quebras de 4, 5 ou 6 pontos, que resultam de momentos de ansiedade e de desconcentração e tornam tudo muito mais difícil.
Temos de continuar a trabalhar para a equipa fechar todos os elos e ficar mais forte e consistente.
Este grupo de trabalho é bom, apenas precisa de mais tempo de treino e de ganhar experiência e é nestes jogos que se ganha maturidade.
O jogo de amanhã vai ser o mais difícil porque a Argentina ganhou com relativa facilidade à Bulgária e joga com muita velocidade e, neste momento, creio que ainda não estamos preparados para enfrentar um jogo tão veloz", salientou o oposto português.

Tiago Violas, Sub-capitão de Portugal, destacou:
"Jogámos bem até ao meio dos sets. Depois, perdemos a concentração e jogar assim contra a Bulgária é muito perigoso.
Vamos continuar a trabalhar para nos tornarmos mais sólidos e não permitirmos quebras de concentração que podem deitar tudo a perder".

Flavio Gulinelli, Seleccionador Nacional:
"Ainda é muito difícil esta equipa conseguir manter-se concentrada ao longo de todo o set e de todo o jogo. Erros desses saem muito caro a este nível, principalmente porque ainda não temos experiência para recuperar de grandes desvantagens.
Mas creio que estamos a melhorar de dia para dia e isso é muito importante no crescimento desta selecção".


Fonte: FPV


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Portugal: Selecção Nacional entra em falso perante Selecção Alemã

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A Alemanha, anfitriã da Poule D da Liga Mundial 2012, venceu hoje, por 3-0 (25/23, 25/15 e 25/18) uma Selecção Nacional aguerrida, mas que ainda precisa de mais experiência e trabalho para poder evidenciar o seu real valor.

Apesar de atravessar uma fase de renovação, que passou pela injecção de sangue novo na equipa, a Selecção Nacional deu hoje uma boa réplica à poderosa armada alemã, que falhou, recentemente, por muito pouco a qualificação olímpica e que hoje contou com o apoio de cerca de 2000 espectadores, ou seja, praticamente todo o público presente no Fraport Arena, em Frankfurt, na jornada inaugural do 1.º Torneio da Poule D da Fase Intercontinental da Liga Mundial 2012.

Portugal defronta amanhã (17h00 locais) a Bulgária, em jogo que poderá ser seguido em directo na Sport TV.

A Alemanha entrou bem no primeiro set (3-1 e 6-3), aproveitando o nervosismo inicial dos portugueses, mas um serviço directo de Rui Santos (5-7), um ataque de Alexandre Ferreira (6-8) e outro de Carlos Fidalgo (8-9) aproximaram os portugueses, que começaram a ver que era possível bater-se de igual para igual com os anfitriões da Poule D, não obstante as torres germânicas constituídas por Robert Kormm (2,12 metros) e Christian Dunnes (2,07).

A equipa orientada pelo belga Vital Heynes atingiu o primeiro tempo técnico com vantagem (16-14), através de um ataque do «veterano» Jochen Schops, mas Portugal não se mostrou abalado e igualou com um serviço directo de Tiago Violas (16-16).

O equilíbrio manteve-se, até um serviço directo de Dunnes dar, pela primeira vez, a vantagem de dois pontos à Alemanha (21-19). A Alemanha ganhou confiança e... ganhou ainda mais vantagem depois uma confusão que envolveu o treinador da Alemanha e que criou alguma instabilidade entre os portugueses (24-21).

Portugal não deitou a toalha ao chão. Alex, com um serviço directo, aproximou a equipa de Flavio Gulinelli (23-24), mas caberia a Kromm rubricar o ponto da vitória: 25/23.

No início do segundo set, o equilíbrio de forças manteve-se (3-3), mas, depois, os alemães amealharam uma vantagem de quatro pontos (7-3).

Portugal recompôs-se e aproximou-se perigosamente (6-7) com um bloco individual de Rui Santos a uma das torres germânicas.

Após o primeiro tempo técnico, a equipa anfitriã da Poule D voltou a alargar a distância pontual (10-6)... e Portugal voltou a aproximar-se (8-11) com um ataque de Alex por cima do bloco triplo alemão (!) e com um serviço directo do mesmo Alexandre (10-12).

Contudo, um novo pressing desenvolvido pelos alemães seria recompensado com dois serviços directos e uma vantagem substancial (16-10)...

Com dois recebedores natos (João Coelho e Ivo Casas) e dois opostos (Marco Ferreira e Valdir Sequeira) em campo, Portugal encurtou a desvantagem (14-17), mas a Alemanha voltou a dilatá-la (20-14) num momento crucial do jogo e fechou o set com o resultado de 25/15.

No terceiro set, os pratos da balança voltaram a estar equiparados (3-3, 5-5), mas a experiência de Schops, conseguiu abrir brechas na defesa dos portugueses, tendo o oposto germânico assinado o 8.º ponto da sua equipa (e, nessa altura, o seu 12.º ponto individual) à chegada ao primeiro tempo técnico (8-5).

Pouco depois, os alemães aumentariam a distância (13-7). Um ataque de Marco Ferreira e um serviço directo de André Lopes (10-14) devolveram as esperanças aos portugueses, mas os alemães mantiveram-se implacavelmente na liderança do marcador (16-11) até ao final (25/18), tendo aproveitado ainda o facto de André Lopes se ter ressentido de uma lesão antiga, não se sabendo se poderá ser utilizado nos próximos jogos.

No final, Alexandre Ferreira, que foi, a par de Kromm, o melhor pontuador do jogo, com 15 pontos, reconheceu:

"Tendo em conta o facto de a nossa equipa ser muito jovem e alguns, como eu, nunca terem jogado a este nível, considero que demonstrámos que temos capacidade para evoluirmos dentro deste nível.

Entrámos bem no primeiro set, mas, depois, cometemos erros que redundaram em resultados mais desnivelados.

A nossa evolução terá de resultar de um processo longo, mas creio que ficou aqui uma amostra do nosso potencial e do que poderemos vir a conseguir fazer no futuro.

Amanhã, vamos defrontar a Bulgária, que tem uma selecção muito forte e, como tal, terá a pressão do seu lado.

Estou confiante que jogaremos melhor e que o resultado poderá ser bem diferente do de hoje".

Com a lesão de André Lopes, foi o sub-capitão, Tiago Violas, a comparecer na conferência de Imprensa:

"Temos de evoluir como equipa e aumentar a nossa experiência a este nível. Esta vai ser, seguramente uma competição muito importante no nosso desenvolvimento como equipa".

Flavio Gulinelli, Seleccionador Nacional:

"Estou triste e desapontado com a lesão do André Lopes e apreensivo quanto à sua utilização nos próximos jogos. Se não puder jogar, será uma grande baixa para nós.

Sendo o primeiro jogo, estou satisfeito. Jogámos bem no primeiro set e nos outros poderíamos ter feito mais pontos, mas infelizmente defrontámos uma equipa muito forte e experiente e acabámos por cometer alguns erros na defesa".

Bjorn Andrea, capitão da Alemanha:

"Foi um excelente começo para nós porque conseguimos vencer. Portugal tem uma boa equipa, e nós cometemos alguns erros na recepção, mas acredito que vamos melhorar com o desenrolar da competição".

Vital Heynen, Seleccionador da Alemanha:

"O primeiro set foi muito renhido. Portugal tem muito potencial e criou-nos problemas, mas, depois, aproveitámos alguns erros dos jogadores mais inexperientes e acabámos por vencer o jogo".


Fonte: FPV
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