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BRASIL: Campeã após tumor e perseguição, Natália comemora “grande vitória da vida” com a mãe

domingo, 7 de abril de 2013


Após momentos turbulentos na carreira, paranaense dá a volta por cima no vôlei

A sensacional virada conquistada pela Unilever sobre o Sollys Osasco na final da Superliga feminina de vôlei, disputada na manhã deste domingo (7) teve um gostinho especial para uma jogadora: Natália. Ponteira da equipe carioca, a catarinense da pequena cidade de Joaçaba considera que o título representa uma volta por cima em sua carreira, marcada nos últimos meses por um tumor benigno na canela esquerda e a “perseguição” dos torcedores do time paulista, onde foi lançada como atleta e teve uma saída atribulada dois anos atrás.

Considerada o maior destaque da nova geração do vôlei brasileiro, Natália viu sua trajetória ser posta em dúvida por conta do problema físico, descoberto ao fim da temporada 2010/2011. Ficou meses sem jogar e, mesmo tendo se recuperado a tempo de fazer parte do grupo bicampeão olímpico, recebeu críticas por parte da torcida por praticamente não ter atuado em Londres 2012. Para piorar, fãs de Osasco não engoliram bem sua saída para o maior rival e lhe vaiavam constantemente a cada encontro entre as equipes, incluindo o duelo este domingo.

Diante de tudo isso Natália estava em êxtase após a conquista do título no ginásio do Ibirapuera, em uma partida na qual dividiu o posto de maior ponteira com a canadense Sarah Pavan – cada uma marcou 22 vezes. E foi a mãe, dona Lucimar, sua maior apoiadora, quem definiu melhor o momento da atleta:

- O tumor era pouco significante, mas as dores eu ele causava eram muito intensas. Para ser franca, hoje eu senti que minha filha está curada, tanto do tumor quanto da parte psicológica. Hoje foi a grande vitória da vida da Natália.

Natália concordou plenamente com as palavras da mãe e acrescentou:

- Só aqueles que estavam do meu lado, como meus pais, o pessoal da equipe e meus amigos, sabem o que eu sofri. Foi uma vitória muito importante para mim.

Último ponto “de presente”

Não bastasse todo o significado desta vitória, Natália ainda teve a honra de fazer o último ponto da final. Mas engana-se quem pensa que isto foi obra do destino ou apenas uma coincidência. Levantadora da Unilever, a experiente Fofão confessou que mandou a bola decisiva para a catarinense de propósito, como um simbolismo por tudo o que ela passou:

- Eu tinha a possibilidade de levantar para a Juciely, mas só a gente que está ali sabe o que essa menina passou esse ano. Para mim, ela é muito especial como jogadora e como pessoa. Queria que ela fechasse o jogo para vê-la feliz com esse último ataque. Olhei para ela e pensei: “É você quem vai definir este jogo, pois você merece”.

Informada das palavras de Fofão, Natália se disse agradecida pela confiança, mas ressaltou que “não tinha ouvidos para a torcida do Osasco, só da Unilever”. Apesar disto, o técnico Bernardinho aproveitou a oportunidade para alfinetar os fãs do rival:

- Nossa torcida no Rio de Janeiro tem respeito pelas pessoas que passaram por lá e a Natália foi muito agredida verbalmente. Todo mundo sabe que ela não saiu de lá por dinheiro e ainda teve uma lesão muito séria. Além disso, teve a pressão de jogar em uma posição nova (ponteira) e, por incrível que possa parecer, muitas vezes eu tive mais paciência com ela do que ela mesma. Então, por tudo o que ela viveu, ele teve o “merecimento”.

Fonte: R7

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BRASIL: Unilever vence Sollys/Nestlé e é octacampeã


SUPERLIGA FEMININA 12/13

A Unilever (RJ) é octacampeã da Superliga feminina de vôlei. Neste DOMINGO (07.04), as cariocas venceram o Sollys/Nestlé (SP), de virada, por 3 sets a 2 (22/25, 19/25, 25/20, 25/15 e 15/9), em 2h11 de partida realizada no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (SP). Com a vitória, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho assegurou o título da edição 12/13 do campeonato.

Na final, brilhou a estrela de três jogadoras da Unilever. A ponteira Natália e a oposto Sarah Pavan marcaram 22 pontos cada uma e ajudaram na conquista do título. A levantadora Fofão, que jogou com dores na panturrilha direita, comandou o grupo em quadra e recebeu o Troféu VivaVôlei após ser a melhor em quadra. Pelo Sollys/Nestlé, a oposto Sheilla foi a maior pontuadora, com 17 acertos.

O técnico da Unilever, Bernardinho, analisou a partida e destacou a importância da virada da equipe carioca a partir do terceiro set.

“O primeiro set foi duro, mas a partir do segundo elas dominaram e nós erramos demais. Depois, começamos a jogar um pouco mais soltos, botamos a tática a frente de todo o resto. Colocamos pressão e elas começaram a errar. E a pressão foi muito importante para conseguirmos a vitória. Jogar bem taticamente é a única forma de ganhar de uma grande equipe como é Osasco”, disse Bernardinho.

O treinador fez questão de parabenizar a Unilever após a conquista do título. “O time está de parabéns. Trabalhou para isso e, mesmo com a ausência de uma jogadora importante como é a Logan Tom, o grupo prevaleceu. Algumas vezes se pensa muito no individual e nós privilegiamos o grupo. Elas trabalharam e mereceram a vitória”, afirmou Bernardinho.

A líbero Fabi se disse orgulhosa por ter feito parte da grande festa da manhã deste domingo. “Os ingressos se esgotaram muito rápido e é muito bom ver o reconhecimento do voleibol. Esse foi um jogo fantástico, asseguramos o título no coração e na raça e o nosso time está de parabéns. É um grupo guerreiro e acho que prevaleceu mais o coração do que a parte tática em alguns momentos”, comentou Fabi.

Na sua primeira final de Superliga, a ponteira da Unilever, Gabi, de apenas 18 anos, comemorou bastante o resultado. “Trabalhamos muito para chegar nesse momento, mas não imaginava uma festa tão linda. O time foi muito na base da superação. Não tínhamos as melhores peças, mas tínhamos um grupo muito forte e essa foi a diferença para conseguir a vitória. Sabíamos que eles eram os favoritos e o Bernardo trabalhou muito o nosso lado emocional. Entramos em quadra com o coração e isso foi muito positivo”, disse Gabi.

O JOGO

A Unilever fez o primeiro ponto da final. Com um ace da levantadora Fabíola, o Sollys/Nestlé foi para o primeiro tempo técnico em vantagem (8/5). O saque da equipe de Osasco dificultava a recepção do grupo carioca. A ponteira Fernanda Garay conseguiu um ponto de contra ataque e as atuais campeãs da Superliga fizeram 14/8. A central Juciely, da Unilever, foi para o saque na volta do segundo tempo técnico e, numa grande sequência, ajudou o time do Rio de Janeiro a empatar o marcador (16/16). A campeã olímpica Thaisa cresceu de produção e ajudou o Sollys/Nestlé a abrir três (20/17). A equipe de Osasco segurou a vantagem e fechou o primeiro set por 25/22.

O segundo set começou equilibrado. O saque do Sollys/Nestlé voltou a dificultar a recepção da equipe carioca e Osasco fez 7/4. A Unilever equilibrou a parcial e a diferença caiu para um (8/7). O bloqueio e o saque do time das atuais campeãs da competição funcionavam e o Sollys/Nestlé foi para o segundo tempo técnico com quatro de vantagem (16/12). O saque de Osasco seguia dificultando a recepção da equipe carioca. O Sollys/Nestlé continuou melhor no final do set e venceu a parcial por 25/19.

A Unilever veio para o terceiro set disposta a se manter viva na partida e abriu dois (8/6). O Sollys/Nestlé voltou a contra atacar com eficiência e virou o marcador (10/9). O set ficou equilibrado. A equipe carioca cresceu de produção e foi para o terceiro set com quatro de vantagem (16/12). Com um ponto de bloqueio, a Unilever venceu a o terceiro set por 25/20.

A equipe carioca manteve o bom momento no início do quarto set e fez 5/2. Com uma boa sequência de saques da levantadora Fofão, a diferença subiu para nove (12/3). No segundo tempo técnico, a equipe do Rio de Janeiro tinha 10 de vantagem (16/6). A Unilever seguiu melhor e venceu o quarto set por 25/15.

O Sollys/Nestlé fez o primeiro ponto do tie break. A Unilever começou o set bem no bloqueio e fez 3/1. Juciely se destacava no bloqueio e as cariocas fizeram 11/7. O Sollys/Nestlé cometia muitos erros. As cariocas seguiram melhores e fecharam o set por 15/9 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES

UNILEVER – Fofão, Sarah Pavan, Gabi, Natália, Juciely e Valeskinha. Líbero – Fabi
Entraram: Amanda, Regiane e Roberta
Técnico – Bernardinho

SOLLYS/NESTLÉ – Fabíola, Sheilla, Fernanda Garay, Jaqueline, Adenízia e Thaisa. Líbero – Camila Brait
Entraram: Ivna, Karine, Gabi e Larissa
Técnico – Luizomar de Moura

MELHORES DA COMPETIÇÃO
Melhor saque – Neneca (Rio do Sul)
Melhor recepção – Jaqueline (Sollys/Nestlé)
Melhor defesa – Camila Brait (Sollys/Nestlé)
Melhor bloqueio – Juciely (Unilever)
Melhor levantadora – Fabíola (Sollys/Nestlé)
Melhor atacante – Fernanda Garay (Sollys/Nestlé)

CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º - Unilever (RJ)
2º - Sollys/Nestlé (SP)
3º - Vôlei Amil (SP)
4º - Sesi-SP
5º - Banana Boat/Praia Clube (MG)
6º - Pinheiros (SP)
7º - Usiminas/Minas (MG)
8º - Rio do Sul (SC)
9º - São Cristóvão Saúde/São Caetano
10º - São Bernardo Vôlei (SP)

Fonte: CBV
maisvoleibol 2013

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BRASIL: Para técnico do Sollys, críticas à “final de sempre” no vôlei são injustas

sexta-feira, 29 de março de 2013

Luizomar de Moura atribui o sucesso de Osasco e Unilever à estrutura do projeto

Nas últimas nove temporadas, o roteiro é o mesmo: depois de semanas de fase de classificação, quartas de final e semifinal, Osasco e Rio de Janeiro chegam à decisão da Superliga feminina de vôlei. Desde então, já mudaram adversários, jogadoras, uniformes e até o nome dos times, que agora atendem por Sollys e Unilever, mas nada sobre a possibilidade de um novo campeão no campeonato nacional do país bicampeão olímpico da modalidade.

Ao fracassar na tentativa de quebrar essa hegemonia, o técnico da seleção brasileira José Roberto Guimarães - que também comanda o time do Vôlei Amil/Campinas - criticou a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), entidade que o emprega. Para ele, o ranking de jogadoras criado para evitar o acúmulo de muitas craques em uma equipe com maior potencial econômico não está funcionando como deveria. Se nada for feito, ele acredita que Sollys e Unilever sempre chegarão à decisão, o que acabará por desestimular a entrada de novos times e patrocinadores no campeonato.

Em entrevista exclusiva ao R7, o técnico de Osasco Luizomar de Moura discordou do protesto do colega de profissão:

- Eu não concordo com as críticas porque acho o campeonato muito equilibrado. O fato de essas duas equipes estarem sempre nas finais é pela qualidade das estruturas que foram montadas e por não haver o imediatismo por títulos. Já tivemos uma lacuna sem vencer competições, o próprio projeto do Rio de Janeiro ficou dois ou três em Curitiba também sem vencer competições e essas empresas continuaram investindo. Então, isso é fruto do carinho que cada estrutura tem pelo voleibol

Nas últimas semanas, Osasco tem sido o maior alvo de críticas por reunir em seu elenco muitas jogadoras de alto nível. Das sete titulares, por exemplo, cinco participaram da campanha que culminou com o ouro nas Olimpíadas em Londres. As duas atletas restantes, a líbero Camila Brait e a levantadora Fabíola, foram cortadas às vésperas da competição. Pelo ranking, isso não poderia ser feito, mas o time é beneficiado por exceções (que também beneficiam outros times), como a não pontuação de atletas formadas no clube.

Por considerar “que o assunto não é adequado no momento”, o Sollys está com a postura de não falar especificamente sobre o ranking até a realização da final. Luizomar, porém, acredita que nesta e em outras temporadas houve sim clubes na Superliga em condições de tirar Osasco e Unilever da decisão:

- Houve muitas estruturas bacanas montadas com confiança de brigar pelo título. Posso citar Blausiegel/São Caetano quando repatriou Sheilla, Mari e Fofão, além da cubana Regla Bell, e o Vôlei Futuro no ano passado com Walewska, Paula e Fernanda Garay. Essas estruturas vieram muito fortes, ficaram pouco tempo, não chegaram às finais e foram embora. Dá pra dizer que o time do Sesi deste ano não poderia estar na final? Teve campeonatos que a gente perdeu a final com jogadoras muito jovens em quadra, como Adenízia, Natália e Camila Brait. São atletas apontadas como estrelas hoje, mas que estavam em quadra em derrotas da nossa equipe.

Apesar de tudo, ele garante que toda essa polêmica não vai atrapalhar a equipe na busca pelo seu sexto título em 12 finais seguidas:

- Eu acho que às vezes é um pouco injusto. Lógico que todo mundo tem suas armas, mas estamos aí. Estamos seguindo o que a gente acredita e o projeto está cada vez mais forte. Temos uma torcida maravilhosa, então estamos no caminho.

Treinos fortes

Apesar de a decisão ser apenas em 7 de abril, Luizomar tem trabalhado forte com o Sollys. Esta semana, os treinos estão sendo feito em dois períodos. A ideia é aproveitar o máximo possível dos 23 dias que separam a equipe da última partida da semifinal do dia da decisão:

- Tem os dois lados: pode perder um pouco de ritmo, mas ao mesmo tempo também deu para dar uma reciclada na parte física na primeira semana, com uma atenção maior a pequenas lesões e dores que incomodavam. Agora, na segunda semana, estamos treinando muito forte, estudando bastante o adversário e criando situações que podem acontecer no jogo. Estamos nos preparando

De acordo com ele, todos no time laranja estão fazendo questão de ignorar o favoritismo de Osasco, propagado pelo próprio técnico da Unilever, Bernadinho:

- Não existe muita novidade em relação a esse discurso: são duas equipes que se equivalem, com jogadoras internacionalmente rodadas. Temos muitas jogadoras da seleção brasileira, mas a equipe sabe da sua responsabilidade e quer muito fazer uma grande partida o dia 7. Essa coisa de favoritismo, estou tentando passar por cima, não me preocupo com isso. O que estou preocupado é em trabalhar bastante e me preparar 



Fonte: R7


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Brasil: Unilever vence na estreia da Superliga

sexta-feira, 23 de novembro de 2012


A Unilever estreou com o pé direito na Superliga Feminina 12/13. As comandadas do técnico Bernardinho venceram o São Cristovão Saúde/São Caetano, por 3 sets a 0, parciais de 25/13, 25/20 e 25/18, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, e marcaram os três primeiros pontos na competição.

Os pontos altos da partida foram a atuação da oposta canadense Sarah Pavan, que foi a maior pontuadora do confronto, com 15 pontos, e ficou com o Troféu VivaVôlei, dado para a melhor jogadora, e a volta da ponteira Natália para a Superliga, depois de sofrer duas operações na canela. Pelo lado do time de São Caetano, o destaque foi Aline Silva, que anotou sete pontos.

Depois do jogo, a campeã olímpica, Natália, não conseguiu esconder a emoção com a volta à competição depois de muito tempo parada.

“Foi muito bom para uma estreia. Temos muito o que melhorar ainda. Vamos ter um jogo muito difícil na terça-feira, contra o Vôlei Amil. Essa partida foi especial pra mim. Foi praticamente o meu primeiro jogo oficial depois de um ano e três meses parada. Estava muito ansiosa, mas consegui suportar. Pelo tempo que eu fiquei parada, foi uma ótima estreia”, contou Natália.

O técnico Bernardinho, da Unilever, gostou bastante da atuação de suas comandadas e conseguiu fazer algumas substituições. De acordo com ele, essa partida já é passado. Agora, o trabalho tem que ser feito em cima do próximo adversário: Vôlei Amil.

“O jogo fluiu bem. O time cometeu erros normais, pela ansiedade de uma estreia. Consegui revezar as opostas e fazer algumas substituições. Destaco a atuação da Sarah Pavan, que jogou muito bem, e da Fofão, que é muito experiente. Já temos um jogo muito forte na próxima terça. Agora temos que trabalhar visando esse confronto”, disse Bernardinho.

O técnico da equipe paulista, Hairton Cabral, comentou a difícil estreia de sua equipe. Segundo ele o nível superior da Unilever foi o maior obstáculo encontrado por suas comandadas durante a partida.

“Estrear numa competição é sempre difícil, ainda mais contra a Unilever. O primeiro set foi o único que destoou. Minhas jogadoras entraram muito nervosas e ansiosas. É muito grande a diferença técnica. Vamos brigar contra as equipes intermediárias ao longo do torneio. Esse foi um treino de luxo”, comentou Hairton.

O jogo

O primeiro set começou com ponto da Unilever, após erro da equipe paulista. O início do jogo foi bastante disputado. Mas numa largada de Natália, o time carioca foi para a primeira parada na frente: 8 a 5. Até o segundo tempo técnico, a vantagem carioca aumentou em seis pontos: 16 a 10. Depois da parada, a Unilever foi muito superior ao São Caetano e fechou o set em 25 a 13.

O time de São Caetano se aproveitou de um erro da oposta Sarah Pavan para abrir o placar no segundo set. Depois de um belo rali, a Unilever chegou ao primeiro tempo técnico vencendo por 8 a 4. A vantagem carioca foi até a segunda parada técnica, em 16 a 13. As comandadas do técnico Bernardinho continuaram com bom volume de jogo e, num bloqueio de Sarah Pavan, fechou o set em 25 a 20.

O terceiro set começou com o time carioca na frente. Sem precisar forçar muito o jogo, a Unilever abriu três pontos até a primeira parada: 8 a 5. A diferença no placar só aumentou e, num erro da equipe de São Caetano, as cariocas chegaram ao segundo tempo com 16 a 11. Sem muitos problemas, a Unilever fechou a parcial num belo ataque da americana Longan Tom. Final, 25 a 18.

SUPERLIGA FEMININA 12/13

PRIMEIRA RODADA DO TURNO

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Sesi-SP 3 x 1 Pinheiros, 25/19, 8/25, 25/19 e 25/20
MAIOR PONTUADORA: Andreia (Pinheiros), com 22 pontos
TROFÉU VIVAVÔLEI: Ingrid (Sesi-SP)

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Banana Boat/Praia Clube x São Bernardo Vôlei, às 19h30, no Praia Clube, em Uberlândia (MG)

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Unilever 3 x 0 São Cristovão Saúde/São Caetano, 25/13, 25/20 e 25/18
MAIOR PONTUADORA: Sarah Pavan (Unilever), com 15 pontos
TROFÉU VIVAVÔLEI: Sarah Pavan (Unilever)

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Sollys/Nestlé x Vôlei Amil, às 21h, no José Liberatti,em Osasco (SP) SPORTV

24.11 (SÁBADO) – Usiminas/Minas x Rio do Sul, às 11h, na Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG)


Fonte: CBV


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Brasil: Unilever apresenta equipa para temporada 2012-13

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A equipe Unilever de vôlei feminino chega à 19ª edição da Superliga com um elenco reformulado em relação à última temporada e pronto para brigar pelo octacampeonato. 
 
A apresentação do time foi feita nesta segunda-feira (24), na Escola de Educação Física do Exército (ESEFEX), na Urca, numa cerimônia bem descontraída, comandada pela líbero Fabi e pelo técnico Bernardo Rezende, o Bernardinho. O presidente da Unilever Brasil, Fernando Fernandez, participou do evento.

Das 14 jogadoras que integram a equipe carioca nesta temporada, cinco são medalhistas olímpicas. As principais novidades são as contratações da levantadora Fofão, ouro em Pequim/08, e de duas estrangeiras, a ponteira americana Logan Tom, prata nos Jogos de Pequim e Londres/12, que deverá se juntar ao time até o final desta semana, e a gigante canadense Sarah Pavan, oposta de 1,96 m.

As jovens Bruna Honório, oposto, e Gabi, ponteira, são outras duas novatas na equipe carioca. As mais antigas do elenco são as ponteiras Régis e Amanda, que desde 2004/05 defendem a Unilever e conquistaram cinco dos sete títulos nacionais. Já a bicampeã olímpica (Pequim/08 e Londres/12) Fabi chegou em 2005/06 e também tem cinco títulos pelo clube em seu currículo. A meio-de-rede campeã olímpica (Pequim) Valeskinha, que fez parte do time pioneiro da Unilever, formado em 1997 com o nome de Rexona, em Curitiba, retornou na temporada 2010/11 e permanece na equipe. Em quadra, divide a responsabilidade da posição com Juciely.

Nesta edição, o torcedor também poderá conferir o talento da ponteira Natália, ouro em Londres/12, que foi contratada ano passado, mas não jogou em função de cirurgia na canela esquerda. Recuperada, ela é um dos principais reforços do time para 2012/13.

"Tivemos uma mudança significativa no elenco. Mas tentamos, dentro de nossas possibilidades, manter um grupo competitivo. Trouxemos duas estrangeiras, a americana Logan Tom, que junto com a Fabi irá ajudar a organizar o sistema defensivo, e a canadense Sarah Pavan. Agora é trabalhar", ressalta o técnico Bernardinho. "A Fofão traz a sua experiência, enquanto a Natália é uma jogadora importante para qualquer time", acrescenta.

"O time está em um processo crescente de entrosamento. Só joguei mesmo com a Juciely, a Valeskinha, a Fabi e a Logan Tom (no Minas, em 2003). Também tive um contato rápido com a Natália na seleção. Todas as demais jogadoras estou conhecendo", conta Fofão, capitã da equipe.

Bernardinho terá ainda à disposição a levantadora Roberta, a líbero Juju Perdigão e a meio-de-rede Mara. Na condução do trabalho, o treinador contará, mais uma vez, com sua experiente comissão técnica. A base da CT está junta desde 1997.

Além de heptacampeã da Superliga, equipe mais vitoriosa da história da competição, a Unilever tem, entre outras conquistas, nove títulos estaduais, os últimos oito deles consecutivos, e dois títulos no torneio internacional Top Volley da Suíça (2009/2011).
 
 
Fonte: Melhor do Volei
 
 
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Saída de Rede: Fernanda Venturini regressa à alta competição

terça-feira, 17 de maio de 2011

A maior parte das jogadoras brasileiras já decidiu o clube que defenderá na próxima temporada, mas ainda resta uma enorme dúvida: quem será a levantadora da Unilever, responsável por, nas próprias palavras de Bernardinho, conduzir uma "máquina" que conta com Sheilla, Mari e Natália no ataque? Entre as possibilidades estão Ana Tiemi, a chegada de uma estrangeira ou... Fernanda Venturini!

Aos 40 anos, Fernanda prova outra vez que não consegue se desenvencilhar do vôlei, a ponto de começar a rivalizar seriamente com Oscar Schmidt como atleta que mais vezes cancelou a aposentadoria. Depois de dois anos sossegada - o último boato havia sido em 2009, quando ela foi inscrita na Superliga como medida de precaução -, eu mesma não acreditava na hipótese de um novo retorno dela. Só que as pessoas nunca perdem a oportunidade de surpreender.

Como admiradora de vôlei, eu adoraria ver Fernanda de volta. Ela pode até ser uma personalidade controversa fora das quadras, mas não dá para fechar os olhos para seu enorme talento. A idade por si só não é um problema: aos 41 anos, Fofão continua atuando em alto nível e sabe-se que Fernanda tem se mantido em excelente forma física.

Mas me preocupa outros aspectos: primeiro, o mais óbvio. Um possível retorno de Venturini prejudicaria ainda mais o já abalado processo de renovação na posição. Dani Lins, Fabíola, Tiemi, Ana Cristina, Roberta, etc., precisam jogar, ainda que em um nível mais baixo que o das antecessoras. Ou vamos contar com eventuais retorno de ambas até a Olimpíada de 2036?

Outro fator que me incomoda, mas aí já é uma cisma minha, é se Fernanda conseguiria voltar ao ritmo que se exige de uma atleta profissional depois de passados quatro anos de sua última partida oficial. Michael Jordan e Michael Schumacher são dois nomes que passaram por maus bocados em suas tentativas de retorno ao esporte de alto nível. E ambos são lendas vivas do esporte. Sendo assim, prefiro eternamente só imaginar o estrago que Fernanda faria se voltasse ao voleibol. Há boas levantadoras aí, capazes de ajudar esse timaço da Unilever seja mais uma vez campeão. Um outro título de Superliga é muito pouco para Venturini arriscar o mito que representa.

Carolina Canossa
 Vôlei do Brasil
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Brasil: Unilever vence Superliga de vôlei feminino

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Unilever retoma a sua hegemonia no vôlei feminino do Brasil

Cinco títulos nos últimos sete anos. Este é o retrospecto da equipe Unilever (antigamente chamada Rexona) no cenário do vôlei feminino brasileiro. No sábado passado (30), o time levantou mais uma taça, ao bater seu maior rival, o Osasco, na decisão da Superliga por 3 sets a 1 - foi a sétima final seguida entre os dois clubes na competição.

Hegemonia pode não ser bom, mas não há como negar o merecimento da Unilever, sediada no Rio de Janeiro. Em anos anteriores, a vitória no Campeonato Brasileiro veio mesmo com times teoricamente mais fracos. Até quando não levou, caso do ano passado, o time deu um trabalho danado e ficou muito perto do primeiro lugar.

Desta vez, a Unilever fecha a temporada com apenas duas derrotas em 27 jogos. Titular absoluta da seleção brasileira, a oposto Sheilla foi o grande destaque da Superliga e ganhou dois prêmios individuais: o de maior pontuadora e o de melhor atacante. Trata-se da grande jogadora do país neste momento e, talvez, do mundo.

Outras atletas também merecem menções: a ponteira Mari, recuperada após cinco meses afastada das quadras devido a uma grave lesão no joelho, que a tirou do último Campeonato Mundial. Também não podemos esquecer das centrais Juciely e Valeskinha que, apesar de baixas para a posição (respectivamente 1,84m e 1,80m), deram um show nos bloqueios e ataques pelo meio.

Na armação das jogadas, a levantadora Dani Lins mostrou toda a sua habilidade e prova que tem sim condição de lutar pela titularidade na seleção brasileira, perdida para Fabíola. Lá atrás, a pequena líbero Fabi foi mais uma vez a base de uma defesa que toca em praticamente todas as bolas, por mais difíceis que elas sejam.

Desde a sua criação, em 1997, a Unilever sempre foi comandada pelo técnico Bernardinho, que ganhou fama internacional ao levar a seleção brasileira masculina ao topo do vôlei mundial. Não por acaso, com ele a equipe conquistou sete títulos nacionais e hoje é a maior campeã do país. Ao lado de sua competente comissão técnica, o treinador é um exemplo a ser seguido.

O mercado está aberto e ainda não se sabe quais jogadoras a Unilever conseguirá manter na próxima temporada. Entretanto uma coisa é certa: não importa que fique ou quem saia, o time sempre será um forte candidato a levar a taça para casa.
 Carolina Canossa
 Vôlei do Brasil







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