Unilever retoma a sua hegemonia no vôlei feminino do Brasil
Cinco títulos nos últimos sete anos. Este é o retrospecto da equipe Unilever (antigamente chamada Rexona) no cenário do vôlei feminino brasileiro. No sábado passado (30), o time levantou mais uma taça, ao bater seu maior rival, o Osasco, na decisão da Superliga por 3 sets a 1 - foi a sétima final seguida entre os dois clubes na competição.
Hegemonia pode não ser bom, mas não há como negar o merecimento da Unilever, sediada no Rio de Janeiro. Em anos anteriores, a vitória no Campeonato Brasileiro veio mesmo com times teoricamente mais fracos. Até quando não levou, caso do ano passado, o time deu um trabalho danado e ficou muito perto do primeiro lugar.
Desta vez, a Unilever fecha a temporada com apenas duas derrotas em 27 jogos. Titular absoluta da seleção brasileira, a oposto Sheilla foi o grande destaque da Superliga e ganhou dois prêmios individuais: o de maior pontuadora e o de melhor atacante. Trata-se da grande jogadora do país neste momento e, talvez, do mundo.
Outras atletas também merecem menções: a ponteira Mari, recuperada após cinco meses afastada das quadras devido a uma grave lesão no joelho, que a tirou do último Campeonato Mundial. Também não podemos esquecer das centrais Juciely e Valeskinha que, apesar de baixas para a posição (respectivamente 1,84m e 1,80m), deram um show nos bloqueios e ataques pelo meio.
Na armação das jogadas, a levantadora Dani Lins mostrou toda a sua habilidade e prova que tem sim condição de lutar pela titularidade na seleção brasileira, perdida para Fabíola. Lá atrás, a pequena líbero Fabi foi mais uma vez a base de uma defesa que toca em praticamente todas as bolas, por mais difíceis que elas sejam.
Desde a sua criação, em 1997, a Unilever sempre foi comandada pelo técnico Bernardinho, que ganhou fama internacional ao levar a seleção brasileira masculina ao topo do vôlei mundial. Não por acaso, com ele a equipe conquistou sete títulos nacionais e hoje é a maior campeã do país. Ao lado de sua competente comissão técnica, o treinador é um exemplo a ser seguido.
O mercado está aberto e ainda não se sabe quais jogadoras a Unilever conseguirá manter na próxima temporada. Entretanto uma coisa é certa: não importa que fique ou quem saia, o time sempre será um forte candidato a levar a taça para casa.
Cinco títulos nos últimos sete anos. Este é o retrospecto da equipe Unilever (antigamente chamada Rexona) no cenário do vôlei feminino brasileiro. No sábado passado (30), o time levantou mais uma taça, ao bater seu maior rival, o Osasco, na decisão da Superliga por 3 sets a 1 - foi a sétima final seguida entre os dois clubes na competição.
Hegemonia pode não ser bom, mas não há como negar o merecimento da Unilever, sediada no Rio de Janeiro. Em anos anteriores, a vitória no Campeonato Brasileiro veio mesmo com times teoricamente mais fracos. Até quando não levou, caso do ano passado, o time deu um trabalho danado e ficou muito perto do primeiro lugar.
Desta vez, a Unilever fecha a temporada com apenas duas derrotas em 27 jogos. Titular absoluta da seleção brasileira, a oposto Sheilla foi o grande destaque da Superliga e ganhou dois prêmios individuais: o de maior pontuadora e o de melhor atacante. Trata-se da grande jogadora do país neste momento e, talvez, do mundo.
Outras atletas também merecem menções: a ponteira Mari, recuperada após cinco meses afastada das quadras devido a uma grave lesão no joelho, que a tirou do último Campeonato Mundial. Também não podemos esquecer das centrais Juciely e Valeskinha que, apesar de baixas para a posição (respectivamente 1,84m e 1,80m), deram um show nos bloqueios e ataques pelo meio. Na armação das jogadas, a levantadora Dani Lins mostrou toda a sua habilidade e prova que tem sim condição de lutar pela titularidade na seleção brasileira, perdida para Fabíola. Lá atrás, a pequena líbero Fabi foi mais uma vez a base de uma defesa que toca em praticamente todas as bolas, por mais difíceis que elas sejam.
Desde a sua criação, em 1997, a Unilever sempre foi comandada pelo técnico Bernardinho, que ganhou fama internacional ao levar a seleção brasileira masculina ao topo do vôlei mundial. Não por acaso, com ele a equipe conquistou sete títulos nacionais e hoje é a maior campeã do país. Ao lado de sua competente comissão técnica, o treinador é um exemplo a ser seguido.
O mercado está aberto e ainda não se sabe quais jogadoras a Unilever conseguirá manter na próxima temporada. Entretanto uma coisa é certa: não importa que fique ou quem saia, o time sempre será um forte candidato a levar a taça para casa.
Carolina Canossa
Vôlei do Brasil



























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