A Argentina venceu hoje Portugal por 3-0 (25/21, 25/20 e 25/19), no Pavilhão Desportivo Municipal da Póvoa de Varzim, e passou a liderar a Poule C da Fase Intercontinental da Liga Mundial, beneficiando da derrota (1-3) da Sérvia frente à Finlândia.
Uma vitória justa conseguida por uma equipa que parece fortalecer-se de set para set e de jogo para jogo e tem no ataque (Federico Pereyra, Facundo Conte, Sebastian Sole) e no serviço, extremamente agressivo, as suas melhores armas, alicerçadas numa boa recepção e numa defesa que abre poucas brechas. Portugal procurou lutar contra a maré, mas esteve longe de conseguir a exibição rubricada frente aos finlandeses, tendo, inclusive, pecado no serviço.
O primeiro set foi marcado por um grande equilíbrio. Como ambas as selecções se mostravam seguras na recepção, era no ataque que procuravam fazer a diferença, com Valdir Sequeira e Federico Pereyra a serem os «artilheiros» de serviço.
Portugal chegou ao primeiro tempo técnico em vantagem (8-7), mas na segunda paragem obrigatória era a Argentina quem liderava o marcador (16-14). Um bloco individual de Flávio Cruz amenizou a distância (18-19), mas os sul-americanos aproveitaram um momento de fraqueza dos portugueses e voltaram a tomar em mãos as rédeas do jogo (23-19), tendo Pereyra fechado o set com a obtenção do 7.º ponto da sua conta pessoal: 25-21.
Parecia que Portugal tinha aprendido a dura lição, pois no segundo set tentou distanciar-se no marcador desde o início e a verdade é que logrou atingir o primeiro tempo técnico em vantagem (8-6). Contudo, o bloco dos argentinos… e os ataques de Pereyra iniciaram uma reacção que deu os seus frutos e possibilitou aos argentinos a liderança no marcador (13-10, 15-12) e três pontos de vantagem à passagem do segundo tempo técnico (16-13).
A Argentina voltaria a fechar o set a seu favor (25/20), com a «estrela» Facundo Conte a ser decisivo com a sua eficácia no ataque.
No terceiro set, a Argentina transformou um resultado de 1-3 para 8-5. Impulsionado pelo numeroso público afecto, Portugal aproximou-se perigosamente (7-8), igualou (9-9) e passou para a frente com um ataque de Flávio Cruz.
O melhor momento da equipa de Juan Diaz (14-12) foi contrariado com êxito pelos sul-americanos, que chegaram ao segundo tempo técnico com uma diferença mínima (16-15), mas acabaram por vencer com tranquilidade por 25/19.
Federico Pereyra, com 15 pontos, foi o melhor pontuador do jogo, enquanto Valdir Sequeira, com 11 pontos, foi o melhor pontuador entre os portugueses.
No final, Juan Diaz salientou: “Parabéns à Argentina. As duas equipas são muito parecidas, mas a Argentina jogou melhor e criou-nos muitas dificuldades na recepção e defesa. Depois, quando o jogo entrava numa fase equilibrada, as falhas no serviço cortavam-nos as hipóteses de ganhar vantagem”.
Flávio Cruz reconheceu: “A Argentina tem uma equipa muito consistente. Exerceu sempre muita pressão sobre nós e nós não conseguimos responder à altura, pois falhámos muitos serviços”.
Javier Weber confessou: “Jogámos muito bem, sobretudo no serviço e na defesa. Estou satisfeito com a vitória porque é muito difícil jogar contra Portugal, pois tem uma equipa que nunca desiste de lutar.”
E Rodrigo Quiroga concluiu: “Foi uma vitória tão difícil quanto saborosa, pois soubemos ultrapassar algumas adversidades, a começar pela própria viagem, e conseguimos vencer uma equipa tão boa como a portuguesa”.
Uma história diferente no jogo de amanhã?
Amanhã a história do jogo pode ser bem diferente. Disso estão avisados os dois treinadores. A vantagem… e a pressão podem pender para qualquer dos lados, pois os argentinos tentarão segurar a liderança, enquanto os portugueses não podem perder mais pontos em casa, sob risco de se atrasarem na corrida ao apuramento para a fase final da Liga Mundial.
Sobre o jogo de amanhã, Juan Diaz promete: “Vamos lutar pela vitória. Queremos ganhar, mas temos consciência de que para isso é preciso jogar melhor, ter mais estabilidade e produzir um jogo mais consistente.
Vamos ter de recuperar os jogadores mentalmente”.
Em relação ao segundo jogo com Portugal, que poderá consolidar a liderança dos argentinos, o maior desejo de Javier Weber é que “os jogadores consigam manter o ritmo de jogo. Nesta fase inicial, todas as equipas estão à procura de estabilidade.
É preciso manter este nível no jogo de amanhã, pois sabemos que cada jogo tem uma história diferente”.
Mais informações: www.fivb.org / www.fpvoleibol.pt/WL2011
Uma vitória justa conseguida por uma equipa que parece fortalecer-se de set para set e de jogo para jogo e tem no ataque (Federico Pereyra, Facundo Conte, Sebastian Sole) e no serviço, extremamente agressivo, as suas melhores armas, alicerçadas numa boa recepção e numa defesa que abre poucas brechas. Portugal procurou lutar contra a maré, mas esteve longe de conseguir a exibição rubricada frente aos finlandeses, tendo, inclusive, pecado no serviço.
O primeiro set foi marcado por um grande equilíbrio. Como ambas as selecções se mostravam seguras na recepção, era no ataque que procuravam fazer a diferença, com Valdir Sequeira e Federico Pereyra a serem os «artilheiros» de serviço.
Portugal chegou ao primeiro tempo técnico em vantagem (8-7), mas na segunda paragem obrigatória era a Argentina quem liderava o marcador (16-14). Um bloco individual de Flávio Cruz amenizou a distância (18-19), mas os sul-americanos aproveitaram um momento de fraqueza dos portugueses e voltaram a tomar em mãos as rédeas do jogo (23-19), tendo Pereyra fechado o set com a obtenção do 7.º ponto da sua conta pessoal: 25-21.
Parecia que Portugal tinha aprendido a dura lição, pois no segundo set tentou distanciar-se no marcador desde o início e a verdade é que logrou atingir o primeiro tempo técnico em vantagem (8-6). Contudo, o bloco dos argentinos… e os ataques de Pereyra iniciaram uma reacção que deu os seus frutos e possibilitou aos argentinos a liderança no marcador (13-10, 15-12) e três pontos de vantagem à passagem do segundo tempo técnico (16-13).
A Argentina voltaria a fechar o set a seu favor (25/20), com a «estrela» Facundo Conte a ser decisivo com a sua eficácia no ataque.
No terceiro set, a Argentina transformou um resultado de 1-3 para 8-5. Impulsionado pelo numeroso público afecto, Portugal aproximou-se perigosamente (7-8), igualou (9-9) e passou para a frente com um ataque de Flávio Cruz.
O melhor momento da equipa de Juan Diaz (14-12) foi contrariado com êxito pelos sul-americanos, que chegaram ao segundo tempo técnico com uma diferença mínima (16-15), mas acabaram por vencer com tranquilidade por 25/19.
Federico Pereyra, com 15 pontos, foi o melhor pontuador do jogo, enquanto Valdir Sequeira, com 11 pontos, foi o melhor pontuador entre os portugueses.
No final, Juan Diaz salientou: “Parabéns à Argentina. As duas equipas são muito parecidas, mas a Argentina jogou melhor e criou-nos muitas dificuldades na recepção e defesa. Depois, quando o jogo entrava numa fase equilibrada, as falhas no serviço cortavam-nos as hipóteses de ganhar vantagem”.
Flávio Cruz reconheceu: “A Argentina tem uma equipa muito consistente. Exerceu sempre muita pressão sobre nós e nós não conseguimos responder à altura, pois falhámos muitos serviços”.
Javier Weber confessou: “Jogámos muito bem, sobretudo no serviço e na defesa. Estou satisfeito com a vitória porque é muito difícil jogar contra Portugal, pois tem uma equipa que nunca desiste de lutar.”
E Rodrigo Quiroga concluiu: “Foi uma vitória tão difícil quanto saborosa, pois soubemos ultrapassar algumas adversidades, a começar pela própria viagem, e conseguimos vencer uma equipa tão boa como a portuguesa”.
Uma história diferente no jogo de amanhã?
Amanhã a história do jogo pode ser bem diferente. Disso estão avisados os dois treinadores. A vantagem… e a pressão podem pender para qualquer dos lados, pois os argentinos tentarão segurar a liderança, enquanto os portugueses não podem perder mais pontos em casa, sob risco de se atrasarem na corrida ao apuramento para a fase final da Liga Mundial.
Sobre o jogo de amanhã, Juan Diaz promete: “Vamos lutar pela vitória. Queremos ganhar, mas temos consciência de que para isso é preciso jogar melhor, ter mais estabilidade e produzir um jogo mais consistente.
Vamos ter de recuperar os jogadores mentalmente”.
Em relação ao segundo jogo com Portugal, que poderá consolidar a liderança dos argentinos, o maior desejo de Javier Weber é que “os jogadores consigam manter o ritmo de jogo. Nesta fase inicial, todas as equipas estão à procura de estabilidade.
É preciso manter este nível no jogo de amanhã, pois sabemos que cada jogo tem uma história diferente”.
Mais informações: www.fivb.org / www.fpvoleibol.pt/WL2011
Fonte: FPVoleibol





























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