(Martin Luther King)
“Alguns ambientes permanecem estáveis de ano para ano. Outros evoluem lentamente e de maneira previsível outros mudam rápido e de maneira imprevisível e violenta. A empresa no entanto, pode ter uma certeza: o mercado vai mudar”
( Kotler)
O país está quente, já está público que poderá haver mudanças no comando do voleibol em Moçambique. “O Ditador” Camilo Antão, poderá estar com os dias contados. Na realidade essa já é uma verdade à luz da Lei: “o presidente não é presidente e nem poderá ser mais presidente”
Camilo Antão se encontra neste momento acima da lei por estar a exercer um cargo que a lei já não lhe confere: acima de dois mandatos estabelecidos por lei. E ainda por candidatar-se para o terceiro mandato, aliás quinto ou sexto porque este senhor toma esta posição já vão mais de 20 anos.
O que não se sabe porém é se esta candidatura foi ou não aceite pelo comité olímpico de Moçambique, mas que na verdade não devia. Desta forma, se a lei prevalecer, teremos novo presidente na federação.
Camilo Antão criou e viciou muitas associações provinciais e estas terão que ser forçadas a aceitarem uma nova realidade, os seus subordinados lhe rejeitaram, as figuras do governo também, já os praticantes contam os anos de rejeição na igualdade dos anos da sua existência como presidente.
A insatisfação pela gestão do Camilo Antão é diária nos atletas, dirigentes e amantes do voleibol. Mais de 20 anos com uma federação sem sede, mais de 20 anos sem nenhuma infra-estrutura de voleibol, mais de 20 anos sem nenhum projecto da federação, mais de 20 anos de auto-subsistência das associações provinciais e clubes, mais de 20 anos de escassez de competições internacionais, mais de 20 anos de falta de transparência na gestão e nas contas da federação, mais de 20 anos sem justificativas racionais do exercício orçamental da federação, em fim, mais de 20 anos de estagnação.
“Cansamos”, “Abaixa Camilo”, “Rua Sr. Ditador”, são as publicações que circulam entre os murais dos praticantes do voleibol nacional, pedindo justiça e início de uma nova era no voleibol nacional.
Porém, surge um novo paradigma: e quem vem? Como será? o que esperar? Pois saibam: Khalid Cassam, sim, já o conhecem. Na verdade ninguém mais reunia competências para ocupar este cargo por opinião de muitos voleibolistas mesmo dos que não o consideram bom dirigente, apresentando algumas dúvidas sobre o sucesso desta direcção, mas acreditam que com Camilo fora, algo irá melhorar porque ele atingiu o limite da incompetência.
Para saber desta nova direcção, só a deixando dirigir. Mas dos candidatos este apresenta o maior apoio popular, porém não se pode confirmar muito a cerca das associações provinciais, se elas ainda estão ou não reféns ao Camilo Antão. É de salientar que serão as associações provinciais a decidir sobre o novo presidente.
A candidatura do sr. Khalid Cassam já está não mãos do Comité Olímpico de Moçambique e o manifesto eleitoral será publicado aqui no maisvoleibol nos próximos instantes. Agora é só esperar saber o que se diz que virá e esperar viver a nova realidade.
Osvaldo Macvava, Volei In Moz
maisvoleibol 2013



























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