Astro da geração de 1992, Giovane é campeão brasileiro como treinador
Há 19 anos, quando o Brasil conquistou a inédita medalha de ouro na Olimpíada de Barcelona, Giovane Gávio se tornou um dos grandes ídolos do Brasil. Excelente jogador, atlético e bonitão, ele passou a ser o protagonista dos sonhos de uma série de meninas brasileiras, podendo facilmente ter largado tudo para se tornar modelo.
Mas ele não quis seguir por este caminho e continuou a carreira como atleta, onde ainda conquistaria outro ouro olímpico (em Atenas-2004) e um Campeonato Mundial (Argentina-2002). Quando deixou as quadras, no início de 2005, ele resolveu investir na carreira de técnico. Erra daqui, aprende ali, trabalha bastante... e eis que no último domingo (24), ele se sagrou campeão brasileiro pela primeira vez na nova função.
Na final da Superliga brasileira de vôlei, o Sesi, de Giovanni, bateu o Sada Cruzeiro, comandado pelo argentino Marcelo Mendez por 3 sets a 1, em partida de altíssimo nível técnico realizada com um público de 16 mil pessoas e transmissão em TV aberta.
Em quadra, estavam alguns dos principais nomes do vôlei do país, como Murilo, MVP do último Mundial e o líbero Serginho Escadinha (ambos do Sesi), além de nomes que devem ser observados de perto, caso do levantador William Arjona (do Sada) e dos opostos Wallace Martins (Sesi) e Wallace Souza (Sada).
O grande mérito de Giovane foi saber montar um elenco coeso, bem equilibrado em todos os aspectos e que aliava a experiência de grandes astros com a juventude de atletas talentosos que ainda buscam o seu espaço. Ele ainda conseguiu lidar bem com as adversidades, como as ausências de Murilo, Serginho e Thiago Alves em diferentes momentos da temporada, o que fez com que todos os reservas estivessem bem preparados. A estrutura do clube também é muito boa, fazendo com que todos se preocupassem com o que devem: vôlei.
Penso que ainda é cedo para se falar em Giovane como técnico da seleção brasileira, já que lhe falta continuidade como treinador, mas ele certamente só tem a contribuir para o voleibol nestas terras. É justamente aí que está o grande segredo da modalidade no país: muito trabalho e renovação em todas as áreas.
Há 19 anos, quando o Brasil conquistou a inédita medalha de ouro na Olimpíada de Barcelona, Giovane Gávio se tornou um dos grandes ídolos do Brasil. Excelente jogador, atlético e bonitão, ele passou a ser o protagonista dos sonhos de uma série de meninas brasileiras, podendo facilmente ter largado tudo para se tornar modelo.
Mas ele não quis seguir por este caminho e continuou a carreira como atleta, onde ainda conquistaria outro ouro olímpico (em Atenas-2004) e um Campeonato Mundial (Argentina-2002). Quando deixou as quadras, no início de 2005, ele resolveu investir na carreira de técnico. Erra daqui, aprende ali, trabalha bastante... e eis que no último domingo (24), ele se sagrou campeão brasileiro pela primeira vez na nova função.
Na final da Superliga brasileira de vôlei, o Sesi, de Giovanni, bateu o Sada Cruzeiro, comandado pelo argentino Marcelo Mendez por 3 sets a 1, em partida de altíssimo nível técnico realizada com um público de 16 mil pessoas e transmissão em TV aberta.
Em quadra, estavam alguns dos principais nomes do vôlei do país, como Murilo, MVP do último Mundial e o líbero Serginho Escadinha (ambos do Sesi), além de nomes que devem ser observados de perto, caso do levantador William Arjona (do Sada) e dos opostos Wallace Martins (Sesi) e Wallace Souza (Sada).
O grande mérito de Giovane foi saber montar um elenco coeso, bem equilibrado em todos os aspectos e que aliava a experiência de grandes astros com a juventude de atletas talentosos que ainda buscam o seu espaço. Ele ainda conseguiu lidar bem com as adversidades, como as ausências de Murilo, Serginho e Thiago Alves em diferentes momentos da temporada, o que fez com que todos os reservas estivessem bem preparados. A estrutura do clube também é muito boa, fazendo com que todos se preocupassem com o que devem: vôlei.
Penso que ainda é cedo para se falar em Giovane como técnico da seleção brasileira, já que lhe falta continuidade como treinador, mas ele certamente só tem a contribuir para o voleibol nestas terras. É justamente aí que está o grande segredo da modalidade no país: muito trabalho e renovação em todas as áreas.
Carolina Canossa
Vôlei do Brasil




























2 comentários:
OI SOU SEU FÃ ADORACA VOCE COMO JOGADOR DETERMINADO, MEU IDOLO, TENHO 15 ANOS 1.98 DE ALTURA , TENHO UM SONHO EM SER JOGADOR DE VOLEI, MAS AQUI NA CIDADE AONDE MORO SO JOGAMOS NO COLEGIO E EM CAPEONATOS MUNICIPAIS, GOSTARIA DE SABER SE É MUITO DIFICIL . SERA QUE TENHO UMA POSSIBILIDADE DE FAZER UM TESTE? SEI QUE PRECISAREI DE MUITO TREINO PARA CHEGAR AS EQUIPES DE BASE, MAS SE VOCE ME DER UMA CHANCE, POIS SEI QUE SE TIVER DEDICAÇÃO E UM BOM PREPARADOR CONSIGUIREI
ABRAÇO
GEDLEY KUNAN STREMEL
042-99728247-42-32381722-42-99179831
mirian@iapo.com.br
Aló, SESI
Parabens, pela conquista, com os atletas que tem, merecem.
Sou de Moçambique - Maputo, sou fâ incondicional de Serginho,ele é excelente, me inspiro nele até onde a minha inspiração chega.
Sou também Líbero da minha equipa ( Maputo Jets )...
Cptos...
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