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BRASIL: Campeã após tumor e perseguição, Natália comemora “grande vitória da vida” com a mãe

domingo, 7 de abril de 2013


Após momentos turbulentos na carreira, paranaense dá a volta por cima no vôlei

A sensacional virada conquistada pela Unilever sobre o Sollys Osasco na final da Superliga feminina de vôlei, disputada na manhã deste domingo (7) teve um gostinho especial para uma jogadora: Natália. Ponteira da equipe carioca, a catarinense da pequena cidade de Joaçaba considera que o título representa uma volta por cima em sua carreira, marcada nos últimos meses por um tumor benigno na canela esquerda e a “perseguição” dos torcedores do time paulista, onde foi lançada como atleta e teve uma saída atribulada dois anos atrás.

Considerada o maior destaque da nova geração do vôlei brasileiro, Natália viu sua trajetória ser posta em dúvida por conta do problema físico, descoberto ao fim da temporada 2010/2011. Ficou meses sem jogar e, mesmo tendo se recuperado a tempo de fazer parte do grupo bicampeão olímpico, recebeu críticas por parte da torcida por praticamente não ter atuado em Londres 2012. Para piorar, fãs de Osasco não engoliram bem sua saída para o maior rival e lhe vaiavam constantemente a cada encontro entre as equipes, incluindo o duelo este domingo.

Diante de tudo isso Natália estava em êxtase após a conquista do título no ginásio do Ibirapuera, em uma partida na qual dividiu o posto de maior ponteira com a canadense Sarah Pavan – cada uma marcou 22 vezes. E foi a mãe, dona Lucimar, sua maior apoiadora, quem definiu melhor o momento da atleta:

- O tumor era pouco significante, mas as dores eu ele causava eram muito intensas. Para ser franca, hoje eu senti que minha filha está curada, tanto do tumor quanto da parte psicológica. Hoje foi a grande vitória da vida da Natália.

Natália concordou plenamente com as palavras da mãe e acrescentou:

- Só aqueles que estavam do meu lado, como meus pais, o pessoal da equipe e meus amigos, sabem o que eu sofri. Foi uma vitória muito importante para mim.

Último ponto “de presente”

Não bastasse todo o significado desta vitória, Natália ainda teve a honra de fazer o último ponto da final. Mas engana-se quem pensa que isto foi obra do destino ou apenas uma coincidência. Levantadora da Unilever, a experiente Fofão confessou que mandou a bola decisiva para a catarinense de propósito, como um simbolismo por tudo o que ela passou:

- Eu tinha a possibilidade de levantar para a Juciely, mas só a gente que está ali sabe o que essa menina passou esse ano. Para mim, ela é muito especial como jogadora e como pessoa. Queria que ela fechasse o jogo para vê-la feliz com esse último ataque. Olhei para ela e pensei: “É você quem vai definir este jogo, pois você merece”.

Informada das palavras de Fofão, Natália se disse agradecida pela confiança, mas ressaltou que “não tinha ouvidos para a torcida do Osasco, só da Unilever”. Apesar disto, o técnico Bernardinho aproveitou a oportunidade para alfinetar os fãs do rival:

- Nossa torcida no Rio de Janeiro tem respeito pelas pessoas que passaram por lá e a Natália foi muito agredida verbalmente. Todo mundo sabe que ela não saiu de lá por dinheiro e ainda teve uma lesão muito séria. Além disso, teve a pressão de jogar em uma posição nova (ponteira) e, por incrível que possa parecer, muitas vezes eu tive mais paciência com ela do que ela mesma. Então, por tudo o que ela viveu, ele teve o “merecimento”.

Fonte: R7

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BRASIL: Unilever vence Sollys/Nestlé e é octacampeã


SUPERLIGA FEMININA 12/13

A Unilever (RJ) é octacampeã da Superliga feminina de vôlei. Neste DOMINGO (07.04), as cariocas venceram o Sollys/Nestlé (SP), de virada, por 3 sets a 2 (22/25, 19/25, 25/20, 25/15 e 15/9), em 2h11 de partida realizada no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (SP). Com a vitória, a equipe comandada pelo técnico Bernardinho assegurou o título da edição 12/13 do campeonato.

Na final, brilhou a estrela de três jogadoras da Unilever. A ponteira Natália e a oposto Sarah Pavan marcaram 22 pontos cada uma e ajudaram na conquista do título. A levantadora Fofão, que jogou com dores na panturrilha direita, comandou o grupo em quadra e recebeu o Troféu VivaVôlei após ser a melhor em quadra. Pelo Sollys/Nestlé, a oposto Sheilla foi a maior pontuadora, com 17 acertos.

O técnico da Unilever, Bernardinho, analisou a partida e destacou a importância da virada da equipe carioca a partir do terceiro set.

“O primeiro set foi duro, mas a partir do segundo elas dominaram e nós erramos demais. Depois, começamos a jogar um pouco mais soltos, botamos a tática a frente de todo o resto. Colocamos pressão e elas começaram a errar. E a pressão foi muito importante para conseguirmos a vitória. Jogar bem taticamente é a única forma de ganhar de uma grande equipe como é Osasco”, disse Bernardinho.

O treinador fez questão de parabenizar a Unilever após a conquista do título. “O time está de parabéns. Trabalhou para isso e, mesmo com a ausência de uma jogadora importante como é a Logan Tom, o grupo prevaleceu. Algumas vezes se pensa muito no individual e nós privilegiamos o grupo. Elas trabalharam e mereceram a vitória”, afirmou Bernardinho.

A líbero Fabi se disse orgulhosa por ter feito parte da grande festa da manhã deste domingo. “Os ingressos se esgotaram muito rápido e é muito bom ver o reconhecimento do voleibol. Esse foi um jogo fantástico, asseguramos o título no coração e na raça e o nosso time está de parabéns. É um grupo guerreiro e acho que prevaleceu mais o coração do que a parte tática em alguns momentos”, comentou Fabi.

Na sua primeira final de Superliga, a ponteira da Unilever, Gabi, de apenas 18 anos, comemorou bastante o resultado. “Trabalhamos muito para chegar nesse momento, mas não imaginava uma festa tão linda. O time foi muito na base da superação. Não tínhamos as melhores peças, mas tínhamos um grupo muito forte e essa foi a diferença para conseguir a vitória. Sabíamos que eles eram os favoritos e o Bernardo trabalhou muito o nosso lado emocional. Entramos em quadra com o coração e isso foi muito positivo”, disse Gabi.

O JOGO

A Unilever fez o primeiro ponto da final. Com um ace da levantadora Fabíola, o Sollys/Nestlé foi para o primeiro tempo técnico em vantagem (8/5). O saque da equipe de Osasco dificultava a recepção do grupo carioca. A ponteira Fernanda Garay conseguiu um ponto de contra ataque e as atuais campeãs da Superliga fizeram 14/8. A central Juciely, da Unilever, foi para o saque na volta do segundo tempo técnico e, numa grande sequência, ajudou o time do Rio de Janeiro a empatar o marcador (16/16). A campeã olímpica Thaisa cresceu de produção e ajudou o Sollys/Nestlé a abrir três (20/17). A equipe de Osasco segurou a vantagem e fechou o primeiro set por 25/22.

O segundo set começou equilibrado. O saque do Sollys/Nestlé voltou a dificultar a recepção da equipe carioca e Osasco fez 7/4. A Unilever equilibrou a parcial e a diferença caiu para um (8/7). O bloqueio e o saque do time das atuais campeãs da competição funcionavam e o Sollys/Nestlé foi para o segundo tempo técnico com quatro de vantagem (16/12). O saque de Osasco seguia dificultando a recepção da equipe carioca. O Sollys/Nestlé continuou melhor no final do set e venceu a parcial por 25/19.

A Unilever veio para o terceiro set disposta a se manter viva na partida e abriu dois (8/6). O Sollys/Nestlé voltou a contra atacar com eficiência e virou o marcador (10/9). O set ficou equilibrado. A equipe carioca cresceu de produção e foi para o terceiro set com quatro de vantagem (16/12). Com um ponto de bloqueio, a Unilever venceu a o terceiro set por 25/20.

A equipe carioca manteve o bom momento no início do quarto set e fez 5/2. Com uma boa sequência de saques da levantadora Fofão, a diferença subiu para nove (12/3). No segundo tempo técnico, a equipe do Rio de Janeiro tinha 10 de vantagem (16/6). A Unilever seguiu melhor e venceu o quarto set por 25/15.

O Sollys/Nestlé fez o primeiro ponto do tie break. A Unilever começou o set bem no bloqueio e fez 3/1. Juciely se destacava no bloqueio e as cariocas fizeram 11/7. O Sollys/Nestlé cometia muitos erros. As cariocas seguiram melhores e fecharam o set por 15/9 e o jogo por 3 sets a 2.

EQUIPES

UNILEVER – Fofão, Sarah Pavan, Gabi, Natália, Juciely e Valeskinha. Líbero – Fabi
Entraram: Amanda, Regiane e Roberta
Técnico – Bernardinho

SOLLYS/NESTLÉ – Fabíola, Sheilla, Fernanda Garay, Jaqueline, Adenízia e Thaisa. Líbero – Camila Brait
Entraram: Ivna, Karine, Gabi e Larissa
Técnico – Luizomar de Moura

MELHORES DA COMPETIÇÃO
Melhor saque – Neneca (Rio do Sul)
Melhor recepção – Jaqueline (Sollys/Nestlé)
Melhor defesa – Camila Brait (Sollys/Nestlé)
Melhor bloqueio – Juciely (Unilever)
Melhor levantadora – Fabíola (Sollys/Nestlé)
Melhor atacante – Fernanda Garay (Sollys/Nestlé)

CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º - Unilever (RJ)
2º - Sollys/Nestlé (SP)
3º - Vôlei Amil (SP)
4º - Sesi-SP
5º - Banana Boat/Praia Clube (MG)
6º - Pinheiros (SP)
7º - Usiminas/Minas (MG)
8º - Rio do Sul (SC)
9º - São Cristóvão Saúde/São Caetano
10º - São Bernardo Vôlei (SP)

Fonte: CBV
maisvoleibol 2013

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BRASIL: Para técnico do Sollys, críticas à “final de sempre” no vôlei são injustas

sexta-feira, 29 de março de 2013

Luizomar de Moura atribui o sucesso de Osasco e Unilever à estrutura do projeto

Nas últimas nove temporadas, o roteiro é o mesmo: depois de semanas de fase de classificação, quartas de final e semifinal, Osasco e Rio de Janeiro chegam à decisão da Superliga feminina de vôlei. Desde então, já mudaram adversários, jogadoras, uniformes e até o nome dos times, que agora atendem por Sollys e Unilever, mas nada sobre a possibilidade de um novo campeão no campeonato nacional do país bicampeão olímpico da modalidade.

Ao fracassar na tentativa de quebrar essa hegemonia, o técnico da seleção brasileira José Roberto Guimarães - que também comanda o time do Vôlei Amil/Campinas - criticou a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei), entidade que o emprega. Para ele, o ranking de jogadoras criado para evitar o acúmulo de muitas craques em uma equipe com maior potencial econômico não está funcionando como deveria. Se nada for feito, ele acredita que Sollys e Unilever sempre chegarão à decisão, o que acabará por desestimular a entrada de novos times e patrocinadores no campeonato.

Em entrevista exclusiva ao R7, o técnico de Osasco Luizomar de Moura discordou do protesto do colega de profissão:

- Eu não concordo com as críticas porque acho o campeonato muito equilibrado. O fato de essas duas equipes estarem sempre nas finais é pela qualidade das estruturas que foram montadas e por não haver o imediatismo por títulos. Já tivemos uma lacuna sem vencer competições, o próprio projeto do Rio de Janeiro ficou dois ou três em Curitiba também sem vencer competições e essas empresas continuaram investindo. Então, isso é fruto do carinho que cada estrutura tem pelo voleibol

Nas últimas semanas, Osasco tem sido o maior alvo de críticas por reunir em seu elenco muitas jogadoras de alto nível. Das sete titulares, por exemplo, cinco participaram da campanha que culminou com o ouro nas Olimpíadas em Londres. As duas atletas restantes, a líbero Camila Brait e a levantadora Fabíola, foram cortadas às vésperas da competição. Pelo ranking, isso não poderia ser feito, mas o time é beneficiado por exceções (que também beneficiam outros times), como a não pontuação de atletas formadas no clube.

Por considerar “que o assunto não é adequado no momento”, o Sollys está com a postura de não falar especificamente sobre o ranking até a realização da final. Luizomar, porém, acredita que nesta e em outras temporadas houve sim clubes na Superliga em condições de tirar Osasco e Unilever da decisão:

- Houve muitas estruturas bacanas montadas com confiança de brigar pelo título. Posso citar Blausiegel/São Caetano quando repatriou Sheilla, Mari e Fofão, além da cubana Regla Bell, e o Vôlei Futuro no ano passado com Walewska, Paula e Fernanda Garay. Essas estruturas vieram muito fortes, ficaram pouco tempo, não chegaram às finais e foram embora. Dá pra dizer que o time do Sesi deste ano não poderia estar na final? Teve campeonatos que a gente perdeu a final com jogadoras muito jovens em quadra, como Adenízia, Natália e Camila Brait. São atletas apontadas como estrelas hoje, mas que estavam em quadra em derrotas da nossa equipe.

Apesar de tudo, ele garante que toda essa polêmica não vai atrapalhar a equipe na busca pelo seu sexto título em 12 finais seguidas:

- Eu acho que às vezes é um pouco injusto. Lógico que todo mundo tem suas armas, mas estamos aí. Estamos seguindo o que a gente acredita e o projeto está cada vez mais forte. Temos uma torcida maravilhosa, então estamos no caminho.

Treinos fortes

Apesar de a decisão ser apenas em 7 de abril, Luizomar tem trabalhado forte com o Sollys. Esta semana, os treinos estão sendo feito em dois períodos. A ideia é aproveitar o máximo possível dos 23 dias que separam a equipe da última partida da semifinal do dia da decisão:

- Tem os dois lados: pode perder um pouco de ritmo, mas ao mesmo tempo também deu para dar uma reciclada na parte física na primeira semana, com uma atenção maior a pequenas lesões e dores que incomodavam. Agora, na segunda semana, estamos treinando muito forte, estudando bastante o adversário e criando situações que podem acontecer no jogo. Estamos nos preparando

De acordo com ele, todos no time laranja estão fazendo questão de ignorar o favoritismo de Osasco, propagado pelo próprio técnico da Unilever, Bernadinho:

- Não existe muita novidade em relação a esse discurso: são duas equipes que se equivalem, com jogadoras internacionalmente rodadas. Temos muitas jogadoras da seleção brasileira, mas a equipe sabe da sua responsabilidade e quer muito fazer uma grande partida o dia 7. Essa coisa de favoritismo, estou tentando passar por cima, não me preocupo com isso. O que estou preocupado é em trabalhar bastante e me preparar 



Fonte: R7


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BRASIL: Vitória do Sollys/Nestlé sobre o Vôlei Amil na semifinal da Superliga feminina 12/13

sábado, 9 de março de 2013


O Sollys/Nestlé (SP) começou bem a briga por um lugar na final da Superliga feminina de vôlei 12/13. Neste SÁBADO (09.03), a equipe de Osasco (SP) venceu o Vôlei Amil (SP), de virada, por 3 sets a 1 (22/25, 25/16, 25/10 e 25/20), em 1h58 de jogo, no ginásio José Liberatti, em Osasco (SP), no primeiro confronto da série melhor de três das semifinais da competição.

A segunda partida da série entre as equipes acontecerá na próxima SEXTA-FEIRA (15.03), às 21h, na Arena Amil, em Campinas (SP). O SporTV transmitirá ao vivo.

A oposto Sheilla, da equipe de Osasco, foi a maior pontuadora da partida, com 19 acertos. Já a ponteira Jaqueline, também do Sollys/Nestlé, foi eleita a melhor jogadora do confronto e ficou com o Troféu VivaVôlei.

“Foi uma boa partida. O principal foi que jogamos com tranquilidade, depois de um primeiro set atípico. A equipe atuou muito bem taticamente e sempre contamos com o apoio da nossa torcida dentro deste ginásio. Conseguimos jogar soltas e o nosso jogo fluiu”, afirmou Jaqueline.

O treinador Luizomar de Moura, do Sollys/Nestlé, destacou o trabalho feito pela equipe de Osasco durante a semana que antecedeu o jogo.

“Tivemos uma semana muito legal. Estudamos muito a equipe delas e conseguimos apresentar o nosso voleibol. No primeiro e no quarto sets cometemos muitos erros de virada de bola, o que não pode acontecer. Agora temos que continuar o trabalho duro para o jogo da próxima semana em Campinas”, disse Luizomar.

Pelo lado do Vôlei Amil, a capitã Walewska lamentou a falta de tranquilidade da equipe campineira em momentos decisivos do jogo.

“Temos que jogar sem tanta responsabilidade. Conseguimos jogar bem em alguns momentos quando jogamos soltas e isso fez toda a diferença. A tranquilidade será fundamental em Campinas para mostrarmos o nosso jogo”, analisou a central campeã olímpica em Pequim (2008).

O JOGO

Numa bola de segunda da levantadora Priscila Heldes, o Vôlei Amil fez o primeiro ponto do jogo. O time campineiro tinha a vantagem de três no primeiro tempo técnico (8/5). O saque do Sollys/Nestlé passou a incomodar as visitantes, e a equipe da casa virou o marcador (11/10). O set ficou disputado ponto a ponto. Se aproveitando dos erros do time da casa, o Vôlei Amil abriu cinco (20/15). A levantadora Fabíola, do Sollys/Nestlé, conseguiu uma boa sequência de saques e a diferença caiu para um (23/22). No entanto, o Vôlei Amil segurou a vantagem e venceu o primeiro set por 25/22.

O Sollys/Nestlé fez os primeiros três pontos do segundo set (3/0). A equipe de Osasco seguiu melhor e abriu seis (12/6). As donas da casa foram para o segundo tempo técnico com sete de vantagem (16/9). As atuais campeãs da competição seguiram sem dar chances para a equipe campineira e venceram a parcial por 25/10.

O início do terceiro set foi marcado pelo equilíbrio. Com um ponto de bloqueio, o Sollys/Nestlé abriu dois (11/9). Se aproveitando dos erros de Campinas, o time da casa aumentou a diferença no marcador para seis (20/14). Com tranquilidade, as atuais campeãs da Superliga venceram o terceiro set por 25/16.

O Sollys/Nestlé manteve o bom momento no início do quarto set e fez 5/1. O saque de Osasco dificultava o passe da equipe campineira. A equipe da casa foi para o primeiro tempo técnico com cinco de vantagem (8/3). O Vôlei Amil cresceu de produção e a diferença caiu para um (13/12). No entanto, no final da parcial o bloqueio do Sollys/Nestlé voltou a funcionar e o time da casa venceu o set por 25/20 e o jogo por 3 sets a 1.

Unilever x Sesi-SP

A Unilever saiu na frente na série semifinal contra o Sesi-SP e venceu, de virada, a primeira partida da série por 3 sets a 1 (23/25, 25/17, 25/20 e 25/16), em 2h12 de jogo, na Vila Leopoldina, em São Paulo (SP)

EQUIPES

SOLLYS/NESTLÉ – Fabíola, Sheilla, Jaqueline, Fernanda Garay, Adenízia e Thaisa. Líbero – Camila Brait

Entraram – Karine, Ivna e Larissa

Técnico – Luizomar de Moura

VÔLEI AMIL – Priscila Heldes, Daymi Ramirez, Vasileva, Priscila Daroit, Walewska e Natasha. Líbero – Suellen

Entraram – Rosamaria, Fernandinha, Soninha, Andressa e Rosane

Técnico – José Roberto Guimarães

SUPERLIGA FEMININA 12/13

PRIMEIRA RODADA DAS SEMIFINAIS

08.03 (SEXTA-FEIRA) – Sesi-SP 1 x 3 Unilever (25/23, 25/17, 25/20 e 25/16), em 2h12 de jogo, na Vila Leopoldina, em São Paulo (SP).

TROFÉU VIVAVÔLEI: Natália (Unilever)

MAIOR PONTUADORA: Gabi (Unilever), com 19 pontos

09.03 (SÁBADO) – Sollys/Nestlé 3 x 1 Vôlei Amil (22/25, 25/10, 25/16 e 25/20), em 1h58 de jogo, no José Liberatti, em Osasco (SP). Globo

TROFÉU VIVAVÔLEI: Jaqueline (Sollys/Nestlé)

MAIOR PONTUADORA: Sheilla (Sollys/Nestlé), com 19 pontos


Fonte: CBV
maisvoleibol 2013

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BRASIL: Sollys/Nestlé é a primeira semifinalista da Superliga feminina

sábado, 2 de março de 2013

Atual campeã, equipe de Osasco fez 3 sets a 0 e fechou a quarta de final com duas vitórias sobre a Usiminas/Minas

O Sollys/Nestlé é o primeiro semifinalista da Superliga feminina de vôlei. A equipe de Osasco (SP) venceu por 3 sets a 0 (25/14, 25/23 e 25/17) a mineira Usiminas/Minas, em Belo Horizonte. Com o resultado, a equipe paulista fechou com duas vitórias a série de melhor de três para se classificar à semifinal.

Atual campeã da Superliga, o Sollys/Nestlé aguarda o fim da série entre Vôlei Amil (SP) e Pinheiros (SP) para conhecer o adversário da semifinal. Por enquanto, a vantagem é da equipe campineira que venceu o primeiro jogo da série por 3 sets a 1. As duas equipes se enfrentarão ainda nesta sexta-feira, às 21h, no ginásio Henrique Villaboin, em São Paulo (SP).

No jogo que garantiu a vaga da equipe de Osasco, as campeãs olímpicas Sheilla e Jaqueline foram as maiores pontuadoras com 17 pontos cada. A líbero Camila Brait, também da equipe atual campeã da competição, foi eleita melhor jogadora do confronto e ficou com o Troféu VivaVôlei.

"Sabíamos que a partida não seria fácil. O primeiro jogo foi atípico. No segundo set cometemos algumas oscilações e ainda temos que melhorar a nossa relação entre o bloqueio e a defesa. Agora já pensamos nas semifinais, independente do adversário", disse a líbero.


Fonte: Gazeta do Povo
maisvoleibol 2013


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BRASIL: Sollys confirma favoritismo e bate S. Bernardo

sábado, 19 de janeiro de 2013

O torcedor desavisado, que resolveu assistir nesta sexta-feira (18) pela primeira vez a uma partida da Superliga feminina, possivelmente não entendeu a pífia campanha do São Bernardo Vôlei, em último lugar, sem qualquer vitória para orgulhar a torcida do ABC.


Valente, o time de Zé Alexandre deu trabalho para o Sollys/Nestlé, que precisou deixar uns pingos a mais de suor, no Baetão, para não ser surpreendido nas duas primeiras parciais. Já na terceira, completamente distinta das demais, este torcedor viu um Sollys arrasador, que chegou a abrir humilhantes 13 a 0.

Desta forma, a equipe de Luizomar de Moura chegou à nona vitória ao marcar 3 sets a 0 (25/20, 25/19 e 25/12), com direito a um time misto na parte final da partida. De quebra, o Sollys chegou aos 27 pontos e assumiu de forma provisória a vice-liderança. O grupo de Zé Alexandre, por sua vez, amargou o 11º revés seguido e não deixou a lanterna. 

E as laranjas nem vão ter muito tempo de comemorar. Já na segunda-feira (21), às 18h30 (de Brasília), Jaqueline e companhia abrem o José Liberatti para o São Cristóvão Saúde/São Caetano. No dia seguinte, às 20 horas, o São Bernardo tenta quebrar o jejum frente à Usiminas/Minas em Belo Horizonte (MG).


S. Bernardo faz jogo duro, mas Sollys vai melhor no final
As últimas atuações fizeram Zé Alexandre mexer no sexteto principal para o compromisso do São Bernardo com o Sollys. Kátia, Duda e Ednéia foram as principais novidades, enquanto do lado osasquense Luizomar de Moura manteve a base. E as donas da casa abriram bem, com Masso e Renatinha finalizando a maior parte das bolas (5/3).

As visitantes, porém, aproveitaram a boa passagem de Sheilla pelo saque para virar (5/7). O sexteto da casa não se abalou e voltou a ficar no calcanhar das atuais campeãs. Mas Jaqueline, inspirada na entrada, colocou o time laranja em boa situação. Fabíola, no saque, também fez um bom trabalho e ajudou o Sollys a anotar quatro pontos seguidos. 

Preocupado, Zé Alexandre rapidamente pediu tempo (12/14). Renatinha e companhia regressaram bem à quadra, a ponto de igualarem a disputa com um toque preciso de Duda (17/17). Mais um ponto das são-bernardenses fez Luizomar pedir tempo. E a reação não demorou a chegar. Com um bloqueio preciso, o Sollys saltou para 25 a 20.


Sheilla comanda triunfo do Sollys
O susto no primeiro set de nada serviu para o Sollys, que começou sonolento o segundo. Em parte pela dificuldade em colocar a bola nas mãos de Fabíola. Desta forma, o São Bernardo abriu 4 a 1, obrigando Luizomar a queimar o primeiro tempo. E a reação veio logo em seguida. Com os bons saques de Thaísa e Sheilla, as laranjas foram a 7 a 5.

Zé Alexandre optou então por sacar a cubana Masso e colocar Thaís. O outro lado, porém, não parou de rodar. Inspirada, Sheilla comemorou seguidos pontos, levando o Sollys a 10 a 7. Mas as osasquenses se desconcentraram e falharam na virada de bola, permitindo que as donas da casa voltassem para a partida (13/14).

Na guerra entre caça e caçador, o sexteto laranja voltou a se desgarrar das concorrentes e colocou cinco pontos de frente (14/19). Isso até Ana Cristina entrar na zona de saque. A levantadora reserva desconcertou Jaqueline no passe, que viu o São Bernardo encostar (18/20). Após um período de sufoco, o Sollys reagiu e chegou tranquilo ao triunfo (19/25).


Sollys atropela São Bernardo na última parcial
Ana Cristina e Thaís ganharam a chance de iniciar o terceiro set no sexteto titular. O São Bernardo, porém, não foi bem e colecionou uma série de erros. Nem Masso acertou a mão e espirrou ataques. Sem alternativas, Zé Alexandre precisou chamar as pupilas para uma conversa. Mas não teve jeito. Na categoria de Sheilla, o Sollys abriu 8 a 0.

Nem a parada obrigatória brecou o trator laranja, que passou sem dó pelas donas da casa. Ao ver Garay cravar a 12ª bola, Zé Alexandre voltou com Masso. Na sequência, pediu tempo e chamou a atenção de Kátia e companhia, cabisbaixas pelos 13 a 0. O placar elástico permitiu que Luizomar apostasse em Gabi na vaga de Garay antes do tempo técnico (1/14). 

Na sequência, Larissa, Karine e Ivna também puderam mostrar trabalho. Mesmo com a imensa diferença no placar, o São Bernardo não deixou de correr atrás da bola. E ganhou o público, que assistiu a boas trocas de bolas antes do término do duelo, encerrado com uma parcial de 25 a 12 e Jaqueline com o troféu VivaVôlei. 


Fonte: Saque Viagem
maisvoleibol 2013

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Brasil: 2012 o ano do Sollys

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012


Atropelar a Unilever, dentro de um Maracanãzinho abarrotado e em uma final de Superliga, já poderia ser motivo suficiente para fazer o torcedor do Sollys/Nestlé ter a certeza de que 2012 valeu a pena. Mas a equipe de Luizomar de Moura fez mais. E como fez neste ano que chega ao fim nesta segunda-feira (31).

Reforçado por Sheilla e Fernanda Garay, o time de Osasco recuperou o prestígio no Paulista, competição que não vencia desde 2008. Na final, não tomou conhecimento do caçula Vôlei Amil, principal novidade da temporada. E tudo isso com direito a uma torcedora de luxo: Sheilla, com uma lesão no dedo do pé, acompanhou da arquibancada o triunfo das colegas.

Mas não foi apenas o sucesso caseiro que fez do Sollys a grande equipe do ano. No Sul-americano de Clubes, Jaqueline e companhia jogaram com seriedade, apesar da competição beirar o amadorismo. Afinal, estava em jogo a vaga para o Mundial de Clubes. E, de forma arrasadora, bateram o Boca Juniors e levantaram mais um caneco continental. 

A festa no Liberatti ficou ainda mais completa após os reconhecimentos individuais. Fabíola, Jaqueline, Garay, Sheilla, Camila Brait, Adenízia e Thaísa, exatamente todas as titulares, entraram para a seleção da competição. A camisa 13 ainda foi eleita a MVP do torneio, embora estivesse longe do melhor ritmo. 

Nesse embalo, São Paulo, Brasil e América do Sul ficaram pequenas demais para as meninas de Luizomar, que desembarcaram em Doha dispostas a conhecer o ápice. E foi com direito a uma aula de voleibol sobre Bohai Bank, Rabita Baku e Lancheras de Cataño que as laranjas cravaram o nome do Sollys na galeria dos imortais do Mundial de Clubes.

Em meio à onda de conquistas, a luta por mais um título da Superliga começou estranha, com derrota logo na estreia para o Vôlei Amil. O torcedor, acostumado a festejar vitórias desde janeiro, deu de ombros. E não tinha motivos mesmo para se preocupar. O Sollys reagiu e terminou 2012 como começou: à frente de todos os rivais. 


Fonte: Saque Viagem
maisvoleibol 2012



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Brasil: Sollys vence Praia Clube e é o novo líder

terça-feira, 11 de dezembro de 2012


Antes do início da sexta rodada da Superliga feminina, Herrera tinha 117 pontos marcados. Era, de longe, a maior pontuadora da competição. E era também a maior esperança do Banana Boat/Praia Clube no duelo com o Sollys/Nestlé, nesta segunda-feira (10), em Osasco (SP).

Mas, bem marcada, a ponteira desta vez não fez a diferença. Já Jaqueline, endiabrada no primeiro set, evitou o que parecia uma derrota parcial. A virada levou moral ao grupo, que deu uma aula de vôlei nos dois sets seguintes, com direito a uma participação luxuosa de Sheilla. 

E, neste embalo, o Sollys ganhou terreno para anotar confortáveis 3 sets a 0 (25/22, 25/16 e 25/17), resultado que colocou a equipe na ponta da competição, com 15 pontos ganhos, dois a mais que o Praia Clube. Fernanda Garay teve mais um motivo para sorrir: foi eleita a craque da partida.

Com a confiança em alta, as osasquenses defendem em seu território a liderança diante do Sesi-SP, na sexta-feira (14), a partir das 21 horas (de Brasília). As praianas também têm clássico. E é com a Usiminas/Minas, no dia seguinte, a partir das 14h30, em Uberlândia (MG).

Jaqueline desequilibra e leva Sollys à vitória
Torcedora do Sollys nas últimas três rodadas, Camila Brait voltou a ser escalada no elenco titular no duelo com as praianas. Mas a equipe da casa não começou bem, com falhas na recepção e virada de bola. Já o sexteto de Spencer Lee esteve mais feliz no saque, bem como no bloqueio. Com isso, liderou o primeiro terço da parcial (5/8).

Preocupado, Luizomar de Moura parou o duelo com 9 a 5, fruto de um golpe de vista errado de Fernanda Garay. A conversa fez bem ao grupo laranja, que voltou à quadra cheio de disposição, em especial no bloqueio. Aí foi a vez de Spencer dar uma parada (8/11). As mineiras voltaram a forçar o saque e, com isso, abriram quatro tentos (12/16).

E o Praia Clube só não conseguiu crescer mais porque Jaqueline, pra lá de inspirada, resolveu os problemas do Sollys depois da parada técnica. Spencer não teve outra alternativa a não ser parar o jogo (17/18). Luizomar precisou fazer o mesmo logo depois (17/20). Jaqueline voltou a desequilibrar na reta final, e, no embalo da capitã, o Sollys fez 25 a 22.

Ivna aparece bem e ajuda o Sollys a abrir 2 a 0
A virada lavou a alma do Sollys, que se mostrou mais seguro no início do segundo set. E quem sofreu foi o Praia Clube, com muitas dificuldades para colocar a bola no chão. Spencer agiu rápido e chamou as pupilas para uma conversa (4/0). Michelle e companhia assimilaram as orientações e diminuíram a diferença (4/2). 

Mas as meninas de Luizomar não deixaram as visitantes gostarem do jogo e se mantiveram firmes. Thaísa, pelo meio, ganhou todas as disputas, ajudando o Sollys a abrir boa vantagem. Spencer mandou então para a quadra Camila Adão e Dani Scott. As praianas até melhoraram, mas não a ponto de diminuírem o embalo das osasquenses (16/9).

E se Jaqueline foi a protagonista do primeiro set, Ivna chamou o jogo na parte final do segundo. A torcida reconheceu o momento e gritou o nome da oposta. Sheilla, que entrou na inversão do 5-1, também teve seu nome cantado no Liberatti (21/15). E a camisa 13 ajudou as donas da casa a marcarem confortáveis 25 a 16. 

Sollys domina Praia e fecha com folga
Sem conseguir um resultado satisfatório, o Praia fez uma série de mudanças para o terceiro set, com Camila Adão, Dani Scott e Dayse no sexteto titular. O elenco de Uberlândia até conseguiu jogar mais próximo do de Osasco, igualando o marcador em 4. A partir daí, o Sollys deu show no fundo, em especial com Brait, e não desperdiçou contra-ataques (7/4).

O Praia sentiu o ritmo forte do Sollys e falhou em sequência, seja no passe, seja no ataque. As donas da casa não tiveram dó e desandaram a marcar pontos, obrigando Spencer a pedir tempo. Mas não teve jeito. A equipe não diminuiu os erros e, com isso, complicou a própria reação.

Após a segunda parada obrigatória, Luizomar promoveu a versão do 5-1, colocando Sheilla e Karine. A dupla manteve o ritmo de Fabíola e Ivna e sustentou a boa gordura. Antes do término do jogo, Sheilla ainda teve tempo de encobrir toda a defesa rival com uma bonita largada. Lance que valeu a ida ao Liberatti e contribuiu para o placar de 25 a 17.


Fonte: Saque Viagem







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Brasil: Vôlei Amil derrota atual campeão na estreia da Superliga

sexta-feira, 23 de novembro de 2012


No grande jogo da rodada de abertura da Superliga Feminina 12/13, reedição da final do Campeonato Paulista deste ano, o estreante Vôlei Amil derrotou o atual campeão Sollys/Nestlé em pleno ginásio José Liberatti, em Osasco (SP): 3 sets a 1, parciais de 26/24, 11/25, 25/14 e 25/18, em 1h55 de partida.

Destaque para a levantadora Fernandinha, do Vôlei Amil. Eleita a melhor em quadra, levou para casa o Troféu VivaVôlei. A cubana Ramirez, sua parceira de time, também fez grande partida e terminou como a maior pontuadora do jogo, com 17 pontos, ao lado da ponteira Jaqueline, do Sollys/Nestlé.

“Fazer três pontos, e contra quem foi, é muito importante para o início da nossa caminhada. Não imaginava. Esperava até um tie break, mas... Agora, vimos o nosso potencial e passaremos a acreditar ainda mais em nós. Temos tudo para fazer uma bela Superliga”, vibrou Fernandinha, ouro nos Jogos Olímpicos de Londres este ano.

Thaísa, central do Sollys/Nestlé, equipe que conquistou todas as competições que disputou em 2012, admitiu a atuação abaixo da crítica de todo o time. E não deixou de dar os méritos ao adversário.

“Jogamos uma partida atípica. Todas nós erramos demais. Rifamos muito a bola e não tivemos paciência. Já o time delas jogou certinho. Não podemos jogar no desespero, como mostramos em alguns momentos do jogo. Agora é pensar em vencer nossa próxima partida”, comentou Thaísa.

O JOGO

No primeiro set, o Vôlei Amil mostrou todo o seu repertório de grandes bloqueios. As jogadoras se revezavam no fundamento. E foi assim que o time de Campinas abriu cinco pontos: 16 a 11. Mas o Sollys/Nestlé reagiu. Quando encostou no placar (21 a 18), Zé Roberto pediu tempo. E parou o jogo de novo quando a diferença caiu para um ponto (23 a 22). Mas foi mesmo com um bloqueio, de Ramirez, que o Vôlei Amil fechou em 26 a 24.

E a partida mudou de figura no segundo set. Era outro jogo. A equipe de Zé Roberto perdeu a concentração e a de Luizomar passeou em quadra. Num erro de ataque da central Natasha, o Sollys/Nestlé abriu cinco pontos: 13 a 8. No segundo tempo técnico, a diferença já era de seis (16 a 10). A partir daí, só um time jogou. O curioso é que o paredão mudou de lado. Cinco pontos de bloqueio do time da casa, contra nenhum do Vôlei Amil. Final: 25 a 11.

Veio o terceiro set e uma nova partida. Com Fernandinha variando bem o jogo, o Vôlei Amil voltou a mostrar seu melhor voleibol. Quando o placar já apontava 10 a 4 para o time visitante, Luizomar optou por trocar a levantadora. Fabíola por Karine. Mas não surgiu o efeito que ele esperava e a titular não demorou a retornar à quadra. A diferença, porém, não parou de crescer: 12 a 5, 19 a 10, 22 a 12... E com um erro de ataque de Jaqueline, a equipe campineira fechou em 25 a 14.

O quarto set seria o último. Isso porque o Vôlei Amil quis assim, bem mais arrumado em quadra, enquanto o Sollys/Nestlé cometia muitos erros individuais. Como no set anterior, a diferença só aumentava. Chegou a 19 a 13. Fernanda Garay ainda tentou mudar o panorama, diminuindo para 19 a 16. Mas Ramirez estava numa noite inspirada. Foi dela o ponto da vitória em 25 a 18 e do jogo por 3 sets a 1.

EQUIPES

SOLLYS/NESTLÉ: Fabíola, Ivna, Jaqueline, Fernanda Garay, Thaisa e Dani Suco. Líbero – Camila Brait
Entraram: Gabi, Karine e Larissa
Técnico: Luizomar de Moura

VÔLEI AMIL: Fernandinha, Ramirez, Pri Daroit, Ju Nogueira, Walewska e Natasha. Líbero – Suelen
Entraram: Andressa, Vasileva e Priscila
Técnico: José Roberto Guimarães

SUPERLIGA FEMININA 12/13

PRIMEIRA RODADA DO TURNO

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Sesi-SP 3x1 Pinheiros (25/19, 8/25, 25/19 e 25/20), em 1h53 de jogo, na Vila Leopoldina, em São Paulo (SP)

TROFÉU VIVAVÔLEI – Ingrid (Sesi-SP)
MAIOR PONTUADORA – Andreia (Pinheiros), com 22 pontos

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Banana Boat/Praia Clube 3x1 São Bernardo Vôlei (21/25, 25/17, 25/14 e 29/27), em 2h10 de jogo, no Praia Clube, em Uberlândia (MG)

TROFÉU VIVAVÔLEI – Yusleyni Herrera (Banana Boat/Praia Clube)
MAIOR PONTUADORA – Yusleyni Herrera (Banana Boat/Praia Clube), com 33 pontos

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Unilever 3x0 São Cristóvão Saúde/São Caetano (25/13, 25/20 e 25/18), em 1h17 de jogo, no Tijuca T.C., no Rio de Janeiro (RJ)

TROFÉU VIVAVÔLEI – Sarah Pavan (Unilever)
MAIOR PONTUADORA – Sarah Pavan (Unilever), com 15 pontos

23.11 (SEXTA-FEIRA) – Sollys/Nestlé 1x3 Vôlei Amil (24/26, 25/11, 14/25 e 18/25), em 1h55 de jogo, no José Liberatti, em Osasco (SP)

TROFÉU VIVAVÔLEI – Fernandinha (Vôlei Amil)
MAIORES PONTUADORAS – Ramirez (Vôlei Amil) e Jaqueline (Sollys/Nestlé), com 17 pontos cada

24.11 (SÁBADO) – Usiminas/Minas x Rio do Sul, às 11h, na Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG)


Fonte: CBV


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Brasil: Sollys vence Jogos Abertos do Interior

domingo, 18 de novembro de 2012


Na fase classificatória dos Jogos Abertos do Interior, o São Bernardo Vôlei se saiu melhor diante do Sollys/Nestlé. Na hora da verdade, porém, foi o elenco de Luizomar de Moura quem comemorou. 

Neste domingo (18), na decisão da edição de Bauru, o representante de Osasco deu o troco e venceu por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/20 e 25/16.

O Sollys participou da competição desfalcado de Fabíola, Sheilla, Jaqueline, Fernanda Garay, Adenízia e Thaísa. Do time titular, apenas Camila Brait disputou o torneio. A equipe do ABC, por sua vez, jogou com força máxima, com Ana Cristina, Masso, Renatinha, Renata, Edneia e Ana Paula.

As comandadas de Zé Alexandre até abriram bem e marcaram 4 a 0. Antes mesmo da primeira parada técnica, Brait e companhia acordaram e assumiram as rédeas do confronto. Daí em diante, as osasquenses não deixaram mais o placar escapar. As demais parciais foram o reflexo da primeira, sempre com o Sollys na liderança.

Terminado o compromisso em Bauru, Sollys e São Bernardo Vôlei tomam o caminho de volta para casa. O desafio, a partir de agora, é a Superliga. A estreia das atuais campeãs, reforçadas pelas titulares, é às 21 horas (de Brasília) desta sexta-feira (23), em Osasco, frente ao Vôlei Amil. No mesmo dia, mas às 19h30, o elenco do ABC desafia o Banana Boat/Praia Clube em Uberlândia.


Fonte: Saque Viagem


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Mundial de Clubes: Sollys/Nestlé é campeão do Mundo

sexta-feira, 19 de outubro de 2012


Representante do vôlei brasileiro, o Sollys/Nestlé venceu o Rabita Baku, do Azerbaijão, sem dificuldades e conquistou o título do Campeonato Mundial de Clubes Feminino, nesta SEXTA-FEIRA (19.10). O time brasileiro fez 3 sets a 0 (25/16, 25/14 e 25/17), em 1h08 de partida e, com a vitória na decisão, assegurou a medalha de ouro da competição que aconteceu em Doha, no Qatar.

A oposto Sheilla foi a maior pontuadora da partida, com 15 acertos, sendo 12 de ataque, dois de saque e um de bloqueio. A central Thaisa também teve boa pontuação ao marcar 14 vezes, assim como a ponteira Jaqueline, que saiu de quadra com 12 pontos. Pelo time do Azerbaijão, atual campeão do Mundial de Clubes, a colombiana Montano foi quem mais marcou, com 14 acertos.

A central Adenízia ressalta que a partida decisiva não foi fácil. "A primeira fase não serve de parâmetro, as duas equipes estavam se conhecendo naquela ocasião. Hoje, elas sabiam como nos comportamos, foi muito coração, foi um jogo difícil", afirmou Adenízia.

O técnico Luizomar de Moura comemorou o resultado. “Estamos muito felizes com essa vitória. Neste jogo tivemos um forte adversário e o nosso time jogou bem. Tenho que agradecer a todas as minhas jogadoras e ao comitê organizador por esse campeonato de alto nível”, destacou o treinador do time de Osasco.

As brasileiras ainda conseguiram vários destaques individuais. Apenas o bloqueio não teve uma jogadora do Sollys/Nestlé na primeira posição. na A oposto Sheilla foi a maior pontuadora do campeonato, com 57 pontos, e a dona do melhor saque; a central Thaisa foi a melhor jogadora de ataque; Camila Brait teve a melhor defesa e foi a melhor líbero; a capitã Jaqueline teve a melhor recepção; e Fabíola foi a melhor levantadora do Mundial de Clubes.

O Sollys/Nestlé é o terceiro time brasileiro a conquistar este título. Antes, o Sadia/São Paulo havia sido campeão em 1991, e o Leite Moça/Sorocaba, em 1994.

O Fenerbahce, da Turquia, time das brasileiras Mari e Paula Pequeno, derrotou o Lancheras de Catano, de Porto Rico, por 3 sets a 0 (25/16, 25/17 e 25/17) e ficou com a medalha de bronze do Mundial de Clubes.


JOGOS DO SOLLYS/NESTLÉ

Grupo A

14/10 – Sollys/Nestlé (BRA) 3 x 0 Bohai Bank W. (CHN), 25/13, 25/14 e 25/20

15/10 – Rabita Baku (AZE) 1 x 3 Sollys/Nestlé (BRA), 22/25, 25/20, 25/19 e 25/20

Semifinais

18/10 – Sollys/Nestlé (BRA) 3 x 0 Lancheras de Catano (PUR), (25/15, 25/13 e 25/15)

18/10 – Fenerbahce SK Istanbul (TUR) x Rabita Baku (AZE)

Disputa 3º lugar

19/10 – Lancheras de Catano (PUR) 0 x 3 Fenerbahce SK Istanbul (TUR), 16/25, 17/25 e 17/25

Final

19/10 – Sollys/Nestlé (BRA) 3 x 0 Rabita Baku (AZE), 25/16, 25/14 e 25/17



Fonte: CBV


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Mundial de Clubes: Sollys/Nestlé vence e está na final

quinta-feira, 18 de outubro de 2012


A equipe do Sollys/Nestlé está na grande final do Campeonato Mundial de Clubes Feminino, que acontece em Doha, no Catar. Nesta QUINTA-FEIRA (18.10), a equipe que representa o Brasil na competição não encontrou dificuldades para derrotar o Lancheras de Catano, de Porto Rico, por 3 sets a 0 (25/15, 25/13 e 25/15), em 1h05 de partida.

As centrais foram o grande destaque da equipe de Osasco. Thaisa foi a maior pontuadora da partida, com 10 acertos, enquanto Adenízia marcou nove vezes. A oposto Sheilla também apareceu bem e marcou oito pontos.

O técnico do Sollys/Nestlé, Luizomar de Moura, afirma que chegar a final não satisfaz. O título é a meta da equipe paulista.

“Parabenizo a equipe de Porto Rico por estar nas semifinais. Hoje ainda vamos para assistir a outra semifinal, no intuito de estar pronto para a partida decisiva de amanhã. Faremos o nosso melhor para alcançar o objetivo e ganhar o campeonato”, garantiu Luizomar de Moura.

A capitã Jaqueline também destacou a importância da boa campanha do time de Osasco na fase de classificação, quando venceu os dois jogos – contra Bohai Bank Tianjin, da China, e Rabita Baku, do Azerbaijão.

“Primeiro de tudo, gostaria de dizer o quanto estou feliz por jogar a final amanhã. Fizemos a nossa parte em todos os jogos anteriores e merecemos jogar a partida mais importante do campeonato”, disse Jaqueline.

Na decisão, o Sollys/Nestlé enfrentará Rabita Baku, do Azerbaijão, que, na semifinal, venceu o Fenerbahce SK Istanbul, da Turquia, por 3 sets a 0 (25/18, 25/20 e 25/16), em 1h19 de jogo. A disputa pela medalha de bronze, entre Lancheras de Catano e Rabita Baku , e a grande final serão nesta SEXTA-FEIRA (19.10).

JOGOS DO SOLLYS/NESTLÉ (horário de Brasília)

Grupo A
14/10 – 04h – Sollys/Nestlé (BRA) 3 x 0 Bohai Bank W. (CHN), 25/13, 25/14 e 25/20
15/10 – 09h – Rabita Baku (AZE) 1 x 3 Sollys/Nestlé (BRA), 22/25, 25/20, 25/19 e 25/20

Semifinais
18/10 – 04h – Sollys/Nestlé (BRA) 3 x 0 Lancheras de Catano (PUR), (25/15, 25/13 e 25/15)
18/10 – 11h – Fenerbahce SK Istanbul (TUR) 0 x 3 Rabita Baku (AZE), 25/18, 25/20 e 25/16)

Disputa 3º lugar
19/10 – 04h – Lancheras de Catano (PUR) x Fenerbahce SK Istanbul (TUR)

Final
19/10 – 11h – Sollys/Nestlé (BRA) x Rabita Baku (AZE)


Fonte: CBV


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